O município de Embu das Artes, na região sudoeste da Grande São Paulo, comemora hoje, dia 18 de fevereiro, 62 anos de emancipação política-administrativa. Com uma população estimada em 276 mil e distribuída em uma área de 70,4 km², segundo o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a cidade considerada jovem enfrenta dificuldades de grandes metrópoles. A cidade é administrada desde o ano de 2017 por Ney Santos, do Republicanos.
O município faz divisa com a Capital, Taboão da Serra, Cotia e Itapecerica da Serra e, apesar do crescimento nos últimos anos, ainda conserva características de cidades do interior paulista, como parques e áreas verdes, além de um conservado centro histórico.
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E são justamente as feiras de arte e artesanato que são realizadas no Centro Histórico na cidade que atraem inúmeros turistas para o município. De acordo com a prefeitura, cerca de 100 mil turistas visitam a cidade só aos finais de semana. Os principais pontos visitados são o Museu de Arte Sacra dos Jesuítas, no Largo dos Jesuítas, 67, a Capela de São Lázaro, na rua da Matriz, 111, e o Centro Cultural Mestre de Assis, no Largo 21 de Abril, 29, região central.
Homenagem
Para prestar homenagem aos 62 anos do aniversário, a Banda Municipal disponibilizará às 10h desta quinta-feira, uma apresentação musical na página do Facebook da Prefeitura.
História
A autonomia conquistada após à criação da Associação Cívica de Embu, composta por personalidades de diversas áreas da sociedade que promoveram uma forte campanha pela emancipação da cidade, contou com o apoio e a orientação de Cândido Motta Filho, advogado, professor, jornalista, ensaísta, político e membro da Academia Brasileira de Letras.
A primeira eleição municipal para os poderes Executivo e Legislativo ocorreu no dia 4 de outubro de 1959 e resultou na vitória de Annis Neme Bassith para prefeito e Carlos Koch para vice, que foram empossados em 1º de janeiro de 1960 juntos com os vereadores eleitos.
Em 2011, por meio de plebiscito, os moradores decidiram por mudar oficialmente o nome de Embu para Embu das Artes, como sempre foi chamada popularmente por todos.
