Entenda como funcionava esquema de licitação de grupo ligado ao PCC, segundo Gaeco

Investigação do Gaeco analisa mais de 13 municípios envolvidos

Entenda como funcionava esquema de licitação de grupo ligado ao PCC, segundo Gaeco

Entenda como funcionava esquema de licitação de grupo ligado ao PCC, segundo Gaeco | Marcello Casal Jr/Agência Brasil

O Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), em colaboração com o Ministério Público (MP) de São Paulo e a Polícia Militar realizou uma operação para desmantelar um grupo associado ao Primeiro Comando da Capital (PCC), responsável por fraudar licitações em todo o Estado de São Paulo.

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O esquema

A investigação entendeu como o esquema de licitação funcionava. Confira.

Segundo o MP, o grupo firmava contratos com prefeituras e câmeras municipais para contratar mão de obra terceirizada, através de uma falsa concorrência usada para vencer licitações.

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O grupo apresentava contratos de mais de R$ 200 milhões na área de serviços de limpeza e postos de fiscalização e recebia apoio de agente públicos, como vereadores, segundo informações do “G1”.

“As empresas investigadas ou estão associadas a integrantes do PCC ou em nome de laranjas. Funcionários de algumas dessas empresas concorriam e simulavam alguma competição em licitações de câmaras e prefeituras e também do estado de SP”, explicou o promotor Yuri Fisberg.

A suspeita é a de que os parlamentares recebiam propina para favorecer as empresas do grupo nos contratos de prestação de serviço de limpeza e vigilância nas câmaras municipais.

*Texto sob supervisão de Diogo Mesquita