Estado quer PPP para conceder as Marginais

O governo de São Paulo pretende conceder as Marginais do Pinheiros e do Tietê para a iniciativa privada, em uma ampliação do Programa Estadual de Parcerias Público-Privadas que passará a incluir, ainda, linhas e estações da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).

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Em entrevista ao Estadão o vice-governador, Rodrigo Garcia (DEM), explicou que a proposta das Marginais está em fase de análise, mas afirmou que a determinação do governador João Doria (PSDB) é de que não haja pedágio.

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A fala acontece uma semana após o Tribunal de Contas do Estado (TCE) determinar que o governo abra mão da posse das Marginais e as transfira à prefeitura, que é quem tem feito a manutenção das vias desde a década de 1980. A prefeitura prevê gastar, em 2019, cerca de
R$ 30 milhões só para os reparos do viaduto, construído pelo governo do estado, que desabou e interditou a Marginal do Pinheiros.

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A gestão do prefeito Bruno Covas (PSDB) disse “irá colaborar assim que o projeto esteja mais estruturado”. Segundo Garcia, a ideia é conceder as vias por meio de uma Parceria Público-Privada (PPP) Administrativa, em que a remuneração da concessionária é integralmente feita por meio de aportes do governo.

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Há uma manifestação de interesse provida pelo negócio e, tão logo os estudos de viabilidade sejam concluídos, será feito um chamamento para reunir outros interessados. Quem oferecer o menor preço para a prestação do serviço levaria a concessão.

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“Com todos os serviços, manutenção, iluminação, sendo feitos pela iniciativa privada, melhora a eficiência e diminui custos para o estado”, defendeu Garcia.

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Em 2017, quando era prefeito de São Paulo, Doria já havia sinalizado a intenção de conceder as Marginais, mas recuou após a repercussão negativa por causa da possibilidade de cobrança de pedágios. (EC)

Estado quer PPP para conceder as Marginais

O vice-governador, Rodrigo Garcia, afirma que não haverá pedágio e ainda vai procurar a prefeitura da Capital

João Doria já tinha a intenção de conceder as Marginais, mas recuou após repercussão negativa

João Doria já tinha a intenção de conceder as Marginais, mas recuou após repercussão negativa | /Thiago Neme/Gazeta de São Paulo

O governo de São Paulo pretende conceder as Marginais do Pinheiros e do Tietê para a iniciativa privada, em uma ampliação do Programa Estadual de Parcerias Público-Privadas que passará a incluir, ainda, linhas e estações da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).

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Em entrevista ao Estadão o vice-governador, Rodrigo Garcia (DEM), explicou que a proposta das Marginais está em fase de análise, mas afirmou que a determinação do governador João Doria (PSDB) é de que não haja pedágio.

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A fala acontece uma semana após o Tribunal de Contas do Estado (TCE) determinar que o governo abra mão da posse das Marginais e as transfira à prefeitura, que é quem tem feito a manutenção das vias desde a década de 1980. A prefeitura prevê gastar, em 2019, cerca de
R$ 30 milhões só para os reparos do viaduto, construído pelo governo do estado, que desabou e interditou a Marginal do Pinheiros.

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A gestão do prefeito Bruno Covas (PSDB) disse “irá colaborar assim que o projeto esteja mais estruturado”. Segundo Garcia, a ideia é conceder as vias por meio de uma Parceria Público-Privada (PPP) Administrativa, em que a remuneração da concessionária é integralmente feita por meio de aportes do governo.

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Há uma manifestação de interesse provida pelo negócio e, tão logo os estudos de viabilidade sejam concluídos, será feito um chamamento para reunir outros interessados. Quem oferecer o menor preço para a prestação do serviço levaria a concessão.

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“Com todos os serviços, manutenção, iluminação, sendo feitos pela iniciativa privada, melhora a eficiência e diminui custos para o estado”, defendeu Garcia.

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Em 2017, quando era prefeito de São Paulo, Doria já havia sinalizado a intenção de conceder as Marginais, mas recuou após a repercussão negativa por causa da possibilidade de cobrança de pedágios. (EC)