Conhecido como ‘sertanejo’ e fabricado em 1979: como era o avião que caiu em BH

Modelo Neiva BEM-721 suporta até cinco passageiros, além do piloto, e tinha documentação para voos privados, segundo a ANAC

Avião fabricado em 1979 tinha capacidade para 5 passageiros mais o piloto

Avião fabricado em 1979 tinha capacidade para 5 passageiros mais o piloto | Reprodução/TV Globo

O avião de pequeno porte monomotor que caiu e atingiu um prédio na região Nordeste de Belo Horizonte, no começo da tarde desta segunda-feira (4/5), é um modelo EMB-721, fabricado em 1979 pela Neiva.

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O acidente aconteceu na rua Ilacir Pereira Lima, no bairro Silveira. Ao menos duas pessoas morreram.

A aeronave suporta até cinco passageiros, além do piloto, com seis assentos no total e o peso máximo de decolagem de 1.633 quilos.

Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), a aeronave não tinha operação autorizada para táxi aéreo, apenas para voos privados.

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O modelo conhecido como “sertanejo”, e muito utilizado em regiões rurais, não poderia ser usado para transporte comercial de passageiros ou cargas mediante pagamento.

Dois mortos e três feridos

De acordo com informações iniciais do Corpo de Bombeiros, cinco pessoas estavam na aeronave no momento do acidente. As outras três vítimas ficaram feridas.

Ao menos três viaturas dos bombeiros foram empenhadas e chegaram ao local por volta das 12h25.

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Após a colisão, a aeronave caiu no estacionamento do prédio. O piloto reportou à torre de controle do Aeroporto da Pampulha que estava com dificuldades na decolagem.

O motivo da queda ainda segue desconhecida. A Força Aérea Brasileira (FAB) informou que investigadores do Terceiro Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SERIPA III) foram acionados para apurar o que aconteceu.

O que diz a FAB

A Força Aérea Brasileira (FAB), por meio do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), informa que, nesta segunda-feira (04/05), investigadores do Terceiro Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SERIPA III), com sede no Rio de Janeiro (RJ), foram acionados para realizar a Ação Inicial da ocorrência envolvendo uma aeronave de matrícula PT-EYT , em Belo Horizonte (MG).

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Durante a Ação Inicial, profissionais qualificados e credenciados aplicam técnicas específicas para coleta e confirmação de dados, preservação de elementos, verificação inicial dos danos causados à aeronave ou pela aeronave, além do levantamento de outras informações necessárias à investigação.