Obra de R$ 389 milhões da maior ponte de SP avança em duplicação e alcança etapa decisiva

Nova estrutura terá 2,4 quilômetros de extensão e contará com duas faixas de rolamento, ampliando a capacidade de tráfego na rodovia

Localizada sobre o Rio Tietê, entre os municípios de Novo Horizonte e Pongaí, a ponte é considerada a maior do Estado de São Paulo/Divulgação/Governo de SP

A obra de duplicação da Ponte Engenheiro Gilberto Paim Pamplona, na SP-333, alcançou nesta sexta-feira (17/7) uma das etapas mais importantes da construção: o chamado “beijo”, quando os dois lados da estrutura, erguidos simultaneamente a partir de margens opostas, se encontram no centro da ponte, formando um único trecho contínuo.

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Localizada sobre o Rio Tietê, entre os municípios de Novo Horizonte e Pongaí, a ponte é considerada a maior do Estado de São Paulo. A duplicação teve início em 2024, recebeu investimento de R$ 389 milhões e tem previsão de conclusão ainda neste ano.

Nova estrutura

A nova estrutura terá 2,4 quilômetros de extensão e contará com duas faixas de rolamento, ampliando a capacidade de tráfego na rodovia.

Após a conclusão da obra, a ponte atual, que permanece em operação paralelamente à construção, será revitalizada e adaptada para o trânsito de pedestres, além de receber sistema de iluminação para reforçar a segurança.

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Segundo o superintendente de Rodovias da Artesp, Roger Pêgas, a duplicação é considerada estratégica para a modernização da infraestrutura rodoviária paulista.

“A duplicação da Ponte Engenheiro Gilberto Paim Pamplona é uma obra estratégica para o Estado de São Paulo e representa um importante avanço na modernização da malha rodoviária concedida. A Artesp acompanha cada fase da execução para garantir que o investimento seja entregue com qualidade, segurança e dentro dos padrões previstos, ampliando a capacidade da SP-333 e beneficiando diretamente os usuários”, afirmou.

Além dos impactos na mobilidade, o projeto prevê medidas de preservação ambiental, como monitoramento da qualidade da água, proteção da atividade pesqueira, instalação de balizadores para reduzir impactos sobre a avifauna e ações de resgate e afugentamento de peixes durante a execução da obra.