Polícia Federal prende mais dois envolvidos em execução de Marielle

Mandados foram expedidos pelo Supremo Tribunal Federal; caso segue em investigação pela Polícia Federal e Polícia Civil

Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro (TCE-RJ), e Chiquinho Brazão, ex-deputado federal, foram condenados a 76 anos de prisão e três meses

Vereadora Marielle Franco foi morta a tiros dentro de um carro na rua Joaquim Palhares, no bairro do Estácio | Renan Olaz/CMRJ

Na manhã desta quinta-feira (9), a Polícia Federal (PF) cumpriu dois mandados de prisão preventiva contra acusados de participar dos assassinatos da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. Os mandados foram expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), a pedido da Procuradoria-Geral da República. Os nomes não foram divulgados. 

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Um dos mandados foi cumprido no presídio federal de Campo Grande, onde um dos alvos está detido. O outro foi cumprido na cidade do Rio de Janeiro. Os nomes dos acusados não foram divulgados pela PF e nem pelo STF, que informou que o processo é sigiloso.

Outros envolvidos presos 

A Polícia Federal segue investigando os homicídios. Antes, as investigações eram conduzidas apenas pela Polícia Civil. Dois acusados de executarem os assassinatos, os ex-policiais Ronnie Lessa e Élcio Queiróz, já foram presos. 

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Além disso, os acusados de planejarem o crime, os irmãos Domingos e Chiquinho Brazão, e o delegado de Polícia Civil Rivaldo Barbosa que, segundo as investigações, teria tentado garantir que os irmãos saíssem impunes também foram presos. 

O bombeiro Maxwell Simões Corrêa, acusado de ajudar na destruição de provas do crime, já havia sido preso. 

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Vereadora foi executada a tiros dentro de carro em 2018

A vereadora Marielle Franco foi morta a tiros dentro de um carro na rua Joaquim Palhares, no bairro do Estácio, na região Central do Rio, por volta das 21h30, do dia 14 de março de 2018.