Polícia realiza operação contra fraudes em saques do auxílio emergencial na Capital

Serão cumpridos cinco mandados de busca e apreensão e dois de prisão preventiva

Com exceção dos lotes residuais, o auxílio emergencial foi extinto oficialmente em janeiro de 2021; valor do benefício é de R0

O pagamento do auxílio representaria mais R$ 10,8 bilhões | Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Na manhã desta terça-feira (8), a Polícia Federal de São Paulo realiza a Operação Paras

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Na manhã desta terça-feira (8), a Polícia Federal de São Paulo realiza a Operação Parasitas, que investiga fraudes relativas a saques indevidos no auxílio emergencial. Serão cumpridos cinco mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão preventiva na Capital.

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De acordo com a polícia, os crimes eram cometidos por uma associação criminosa que atuava há cerca de quatro anos em fraudes contra diversos programas sociais.

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A investigação aponta que o grupo teria se apropriado de ao menos 45 auxílios emergenciais e o suspeitos responderão por furto qualificado e associação criminosa.

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Os agentes públicos com acesso ao CadÚnico alteravam os dados de pessoas de baixa renda e os membros da quadrilha ligavam no canal de atendimento da Caixa Econômica Federal para solicitar o encaminhamento dos cartões para endereços fictícios, segundo a investigação.

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Ainda segundo a investigação, os membros do grupo telefonavam para a Unidade de Resposta Audível da Caixa e realizavam um pré-cadastramento de senha. Após fazer isso, o grupo se dirigia a uma lotérica na zona sul e confirmava a senha com a ajuda de uma funcionária que recebia cerca de R$ 30,00.

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O grupo sacava o auxílio em diversas agências bancárias da Capital, segundo a Polícia Federal.

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itas, que investiga fraudes relativas a saques indevidos no auxílio emergencial. Serão cumpridos cinco mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão preventiva na Capital.

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De acordo com a polícia, os crimes eram cometidos por uma associação criminosa que atuava há cerca de quatro anos em fraudes contra diversos programas sociais.

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A investigação aponta que o grupo teria se apropriado de ao menos 45 auxílios emergenciais e o suspeitos responderão por furto qualificado e associação criminosa.

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Os agentes públicos com acesso ao CadÚnico alteravam os dados de pessoas de baixa renda e os membros da quadrilha ligavam no canal de atendimento da Caixa Econômica Federal para solicitar o encaminhamento dos cartões para endereços fictícios, segundo a investigação.

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Ainda segundo a investigação, os membros do grupo telefonavam para a Unidade de Resposta Audível da Caixa e realizavam um pré-cadastramento de senha. Após fazer isso, o grupo se dirigia a uma lotérica na zona sul e confirmava a senha com a ajuda de uma funcionária que recebia cerca de R$ 30,00.

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O grupo sacava o auxílio em diversas agências bancárias da Capital, segundo a Polícia Federal.