Praça na avenida Paulista recebe reforma voltada aos ciclistas

Em 2007, a Praça do Ciclista foi oficializada por lei com o nome atual; o local é ponto de encontro de atos públicos

Em 2007, a Praça do Ciclista foi oficializada por lei com o nome atual; o local é ponto de encontro de atos públicos | / Fabio Braga/Folhapress

A Praça do Ciclista pode deixar de ser somente um espaço simbólico para reunião de cicloativistas: uma reforma a partir de março deve trazer paraciclos, bomba de ar fixa e caixa de ferramentas básicas de manutenção ao espaço localizado em um cartão-postal de São Paulo, no cruzamento da avenida Paulista com a rua da Consolação. O projeto está em fase de análise técnica pela gestão do prefeito Bruno Covas (PSDB), que precisa aprová-lo. Caso seja aceito o projeto, a entrega da nova praça está prevista para junho de 2019.

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Após um mês de consulta pública no fim do ano passado, a proposta foi apresentada à Prefeitura de São Paulo na semana do aniversário da cidade, dia 25 de janeiro. Após a entrega, a Prefeitura Regional da Sé solicitou novas informações técnicas aos proponentes do projeto para anexar ao documento. A revitalização e manutenção da praça por 3 anos é uma parceria da Prefeitura Regional da Sé com empresas.

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Em 17 de outubro de 2007, a Praça do Ciclista foi oficializada por lei com o nome atual. O local é ponto de encontro de manifestações políticas e atos de ciclistas. Na praça, funciona ainda a Horta do Ciclista (do Grupo de União de Hortas Comunitárias de São Paulo).

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A promessa é de uma praça muito mais clara, com novas luminárias nas árvores. Nos três círculos da praça, três grandes estruturas de LED vão fazer as vezes de luminárias gigantes. Também receberão iluminação as floreiras – outra novidade para o espaço -, que ficarão nos guarda corpos onde se pratica slackline aos domingos, atividade que não deve ser interrompida durante a reforma. O projeto ainda prevê prevê ainda bebedouro, WiFi, tomadas, além de uma nova iluminação.

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O projeto prevê também um “jardim musical dos ciclistas”. A ideia, segundo o arquiteto, é criar uma experiência interativa, totalmente virtual, para prestar homenagem aos ciclistas que morreram no trânsito em São Paulo. (EC)