Primeiro caso de mpox é confirmado em Cubatão

Mais de uma cidade na Baixada Santista apresenta casos suspeitos da doença

Erupções na pele é o sintoma mais conhecido da Mpox, mas há outros

Cidade do Litoral de São Paulo registra primeiro caso de mpox | Banco de Imagens/Freepik/Licença Creative Commons

O primeiro caso de mpox no litoral de São Paulo foi registrado em Cubatão. Outras cidades da Baixada Santista aguardam resultados para confirmar casos positivos para a doença. Um dos municípios com três registros suspeitos é Itanhaém. 

Continua após a publicidade

A mpox é uma zoonose viral, transmitida aos humanos a partir do vírus “monkeypox”, que circula entre animais e pertence à mesma família (poxvírus) e gênero (ortopoxvírus) da varíola humana. Antigamente, era conhecida como varíola dos macacos.

Continua após a publicidade

Infecciosa, a doença é transmissível através de contato direto com a pessoa infectada, com objetos contaminados ou animais que portam a doença. 

Continua após a publicidade

Os principais sintomas são erupções ou lesões cutâneas, linfonodos inchados, febre, dor de cabeça, dores no corpo, calafrio e fraqueza. Não há tratamento específico para a doença. Mais informações sobre os sintomas aqui.

Continua após a publicidade

São Paulo

De acordo com o último boletim epidemiológico da Secretaria Municipal da Saúde, divulgado na quarta-feira (18/9), a cidade de São Paulo registrou 366 casos confirmados de mpox de janeiro a 12 de setembro de 2024.

Continua após a publicidade

Na semana de 5 a 12 de setembro, foram registrados 35 casos da doença. No dia 28 de agosto, a capital paulista havia confirmado 22 novos casos de mpox em uma semana.

Continua após a publicidade

O Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS) do governo do Estado, já registrou 5.031 casos da doença confirmados e três óbitos desde o primeiro caso até a última atualização feita na terça-feira (17/9).

Continua após a publicidade

A primeira vacina contra mpox foi pré-qualificada pela Organização Mundial de Saúde (OMS). O imunizante deve ser aplicado em duas doses ou dose única nas regiões que apresentam surto da doença.

Continua após a publicidade

Antes do surto de 2022, havia mais registros da doença em regiões da África Central e Ocidental, sobretudo perto de florestas, já que os hospedeiros são roedores e macacos.