Segundo turno leva 3 milhões de eleitores de volta às urnas e reduz número de abstenção em 1,87%

Número de brasileiros que não votaram caiu de aproximadamente 33,4 milhões para 30,4 milhões neste domingo (25/10)

Mais de 34 milhões de eleitores estão aptos a participar do pleito no estado.

Redução ocorre após uma campanha do Partido dos Trabalhadores (PT) para estimular o comparecimento às urnas/Paulo Pinto/Agência Brasil

Cerca de 3 milhões de eleitores a mais compareceram às urnas no segundo turno das eleições presidenciais de 2026 em comparação com o primeiro turno. O número de brasileiros que não votaram caiu de aproximadamente 33,4 milhões para 30,4 milhões neste domingo (25/10), segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

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A redução ocorre após uma campanha do Partido dos Trabalhadores (PT) para estimular o comparecimento às urnas. A mobilização foi uma das prioridades da candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e incluiu esforços para incentivar eleitores ausentes na primeira etapa a participar da votação decisiva, além de iniciativas para levar familiares, especialmente idosos, aos locais de votação.

Lula foi reeleito presidente da República neste domingo, no segundo turno das eleições de 2026. O petista recebeu 51,77% dos votos válidos, contra 48,23% votos de Flávio Bolsonaro (PL).

Com 99,89% das urnas apuradas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Lula somava 64.169.977 votos e já era decretado como presidente reeleito. Flávio Bolsonaro somava 59.789.320 votos.

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Com a vitória, Lula iniciará, em 2027, seu quarto mandato à frente do Palácio do Planalto. O petista já governou o Brasil por três mandatos: de 2003 a 2006, de 2007 a 2010 e de 2023 a 2026.

Queda nos ausentes

A queda no número de ausentes contraria o comportamento observado na maioria das eleições presidenciais brasileiras desde a redemocratização, quando a abstenção geralmente aumenta entre o primeiro e o segundo turno. Em 2022, houve uma pequena redução, de 20,95% no primeiro turno para 20,58% no segundo.

Apesar da diminuição no total de eleitores ausentes, os números nacionais não permitem determinar quantas pessoas compareceram por influência das campanhas de mobilização nem qual candidato foi mais beneficiado pelo aumento da participação.

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