Fuvest anuncia mudanças para vestibular de 2026; veja quais

Mudanças foram aprovadas pelo Conselho de Graduação da USP na semana passada

Vestibular é a principal porta de entrada para os cursos de graduação da Universidade de São Paulo (USP)

Vestibular é a principal porta de entrada para os cursos de graduação da Universidade de São Paulo (USP) | Marcos Santos/USP Imagens

A Fuvest divulgou o programa do vestibular 2026 nesta quarta-feira (18/12), que passará a valer a partir do exame de 2025. O vestibular é a principal porta de entrada para os cursos de graduação da Universidade de São Paulo (USP).

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As mudanças foram aprovadas pelo Conselho de Graduação da USP na semana passada.

As provas da segunda fase ocorreram nos dias 15 e 16 de dezembro, domingo e segunda-feira, respectivamente. A lista de aprovados para 2ª fase do vestibular da USP foi divulgada no fim de novembro.

Como ficará o vestibular?

O vestibular espera induzir escolas e cursinhos a trabalharem mais com a interdisciplinariedade dos assuntos, preparando seus estudantes para situações reais e para compreender o mundo sob diferentes aspectos.

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Na primeira fase, a prova seguirá sendo composta por 90 questões de múltipla escolha. Porém, também serão cobradas perguntas relacionadas a filosofia, sociologia, artes e educação física.

Já na segunda fase não haverá alterações, por enquanto. As provas dissertativas deverão se adequar ao novo programa do vestibular em edições posteriores, o que deverá ser anunciado com antecedência para os candidatos conseguirem se preparar.

O que muda?

Veja o que muda na Fuvest 2026:

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Novas disciplinas

As matérias de filosofia, sociologia, arte e educação física foram incluídas no programa. 

Antes, o vestibular abordava esses temas em interpretação de texto. Agora, os conteúdos específicos dessas disciplinas poderão ser cobrados.

Redação

A redação da Fuvest pode cobrar outros gêneros textuais a partir de 2025.

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Leituras obrigatórias

As edições de 2026 a 2028 terão, pela primeira vez na história, uma lista de leitura obrigatória só com obras escritas por mulheres. Nomes tradicionais da prova, como Machado de Assis, ficarão de fora.

Segundo a Fuvest, a renovação se justifica pela necessidade de valorizar o papel das mulheres na literatura, não apenas como personagens, mas como autoras.