Pix por QR Code é seguro? Veja 6 cuidados essenciais para não cair em golpes no celular

Saiba como identificar adulterações em códigos impressos e quais detalhes conferir no aplicativo antes de confirmar a transferência.

Conferência detalhada dos dados na tela do celular antes da autorização do Pix evita transferências para contas de golpistas (Foto: Freepik)

Conferência detalhada dos dados na tela do celular antes da autorização do Pix evita transferências para contas de golpistas (Foto: Freepik)

Apontar a câmera do celular para um QR Code e fazer um Pix em segundos virou hábito diário, mas a praticidade exige atenção redobrada. Embora a ferramenta criada pelo Banco Central seja totalmente segura, criminosos utilizam fraudes criativas para enganar os consumidores e redirecionar pagamentos para contas de terceiros.

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Segundo dados do Serasa Experian, o Brasil registrou quase 7 milhões de tentativas de fraude no primeiro semestre de 2025.

O caso de uma turista argentina que foi vítima de um golpe de R$ 20 mil enquanto passeava pela praia de Copacabana, na zona sul do Rio, está cada dia mais comum. No caso, ela comprou um milho de um vendedor ambulante e pediu ajuda para fazer o pagamento por PIX, mas acabou tendo R$ 20 mil transferidos, em vez de R$ 20.

Por que o QR Code exige atenção antes do clique?

Como a leitura do código apenas preenche os dados do pagamento no aplicativo, o dinheiro só sai da conta com a autorização final do usuário. Essa etapa de confirmação é a principal defesa do cidadão para evitar prejuízos.

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Confira as orientações práticas para garantir uma transação segura:

  • Valide o nome do favorecido: o nome exibido na tela deve ser idêntico ao da loja ou da pessoa informada no atendimento. Se houver divergências ou se o nome for totalmente diferente, cancele a operação.
  • Confirme o valor exato: compare o preço cobrado no visor do celular com a conta física ou digital antes de apertar o botão de envio.
  • Cuidado com adesivos suspeitos: verifique se o QR Code impresso no estabelecimento não é uma etiqueta colada por cima da placa original.
  • Não pague cobranças de estranhos: evite escanear links ou imagens enviadas por redes sociais e aplicativos de mensagem de remetentes desconhecidos.
  • Ignore mensagens alarmistas: alertas com termos como “regularize já” ou “última chance” tentam apressar a vítima para impedir a checagem dos dados.
  • Verifique a tela de resumo: antes do envio final, leia todas as informações apresentadas pelo app do seu banco e certifique-se de estar usando a versão mais recente da plataforma bancária.