Os últimos anos da Band foram muito difíceis, com brigas familiares que ainda atrapalham, necessidade de demitir funcionários, enxugar seu quadro diretivo e até diminuir o elevado número de vice-presidências. Um trabalho duro de reorganização, iniciado em 2017, materializando o desejo de Johnny Saad em unificar e verticalizar o comando de mais de 300 rádios e 19 emissoras de TV próprias. E que, aos poucos, vai alcançando seus objetivos. É muito bom ver a Band novamente interessada em fazer uma boa televisão. A conquista da Fórmula 1, sem dúvida, foi um passo importante, além dos direitos da Stock Car, F2, F3, Fórmula Porsche e a Truck. E também no futebol, transmissão dos campeonatos alemão, russo e o feminino, além do brasileiro sub 20 e NBA. O jornalismo e o esporte voltam a ser os seus principais pilares, assim como existe o desejo de fortalecer outros setores da programação. Tudo indica que a Band soube superar o seu momento mais difícil. Que a harmonia e a disposição de agora continuem as mesmas nos próximos tempos.
TV Tudo.
Italiano em jogo. A Band não deve renovar os direitos de transmissão do campeonato italiano. Preço muito alto, que nem se justifica pelo tamanho da bola que a maioria dos times de lá está jogando.
Contratação. O ator Marcello Airoldi também vai integrar o elenco de “Gênesis”. Omar, o príncipe de Gerar, é o seu personagem na fase de Abraão. Airoldi tem passagens por Globo, Netflix e HBO, e também fez vários trabalhos no cinema e no teatro. Será a sua primeira novela na Record.
Acidente doméstico. O “Bem, Amigos!”, na última segunda-feira, no SporTV, não teve Galvão Bueno, em férias. Boa conversa como sempre. Aliás, o programa se destacou também pelas coloridas meias de Casagrande e o braço queimado do “cozinheiro” Cleber Machado. Um piloto de fogão bem desastrado.
Bastidores da reportagem. A tumultuada passagem dos repórteres Leandro Stoliar e Gilson Freddy, da Record, pela Venezuela, em 2017, quando acabaram presos, em um caso que ganhou repercussão nacional, será contada em livro, pela Maquinaria Editorial. O título: “Dossiê Venezuela – Na trilha da caixa preta do BNDES, dois jornalistas presos pela ditadura de Nicolás Maduro revelam a história por trás das câmeras”.
