O Corinthians usou as redes nesta sexta-feira (3/4) para celebrar os 53 anos de nascimento do rapper e ator Sabotage. O artista foi assassinado a tiros em janeiro de 2003, aos 29 anos, tempo suficiente para ser considerado um dos maiores compositores da história do País.
Na publicação, o clube chamou Sabotage de “Maestro do Canão”, como ele era conhecido, em referência à favela que vivia no Brooklin, zona sul da Capital. Também lembrou a ligação dele com o clube, do qual era torcedor apaixonado.
“Seu talento e luta falam com a história dos milhares de corinthianos presentes nas quebradas de todo o país. Que sua voz siga ecoando eternamente”, completou o alvinegro da zona leste.
Nos comentários, boa parte dos torcedores se mostrou emocionada com a celebração, e lembraram que o também rapper Hariel apareceu recentemente com uma camisa do Corinthians com o nome de Sabotage.
“Cadê a camisa em homenagem a ele? Queria tanto”, escreveu uma torcedora. Gênio, Sabota, maloqueiro original”, destacou outro.
Sabotage era muito Timão
Pelo menos duas músicas do rapper cita o Corinthians. Em Mun-Rá, ele canta: “Sou Gavião Fiel de origem, louco / Nada bobo, não brigo pelo jogo / Sou fogo contra fogo, mas vale uma família / Um real no bolso”.
Já em “Cantando pro Santo”, Sabotage declama: “”São Cosme e Damião, dê-lhes proteção / Na saída do Campão, na final do Coringão / Na passeata do centrão, paz para o povão”
A MTV Brasil também gravou um vídeo do artista num jogo do Corinthians, no antigo estádio do Pacaembu, em que ele pechincha a compra de uma camisa do clube com um vendedor ambulante.
“Faz quinzão pra favela, jão” se tornou uma frase icônica, símbolo da simplicidade e da ligação histórica do Corinthians com o povo de São Paulo.
