Lançada em 2019 para impulsionar o recém-criado serviço de streaming Apple TV+, “For All Mankind” é uma excelente obra de ficção científica que busca pensar em uma versão alternativa para a história. A série é uma especulação do que seria da humanidade caso os russos tivessem chegado à Lua primeiro.
Diferentemente do que aconteceu na realidade, na qual os Estados Unidos foram os responsáveis por esse feito com a missão Apollo 11 de 1969, esse evento não marcou o fim da corrida espacial entre as duas potências mundiais, mas sim o estopim para um aprofundamento da disputa.
Conheça a história de For All Mankind
A primeira das quatro temporadas disponíveis gira em torno das repercussões da chegada dos soviéticos à Lua, que coloca os Estados Unidos em uma posição bastante delicada na Guerra Fria, já que seus serviços de inteligência não foram capazes de interceptar os planos russos.
Apesar de os norte-americanos também conseguirem enviar seus astronautas, a comoção foi perdida. Mas o verdadeiro catalisador para os principais eventos da série é quando a URSS envia uma astronauta mulher para à Lua, o que faz com que o presidente dos Estados Unidos exija que uma norte-americana esteja na próxima missão.
O problema é que não havia astronautas mulheres para isso. Assim, a NASA precisa correr contra o tempo e criar um programa espacial feminino. Uma delas é Tracy Stevens (Sarah Jones), pilota e esposa do astronauta Gordon Steves (Michael Dorman) que possui as características ideais para promover o American Way of Life.
Ao longo dos episódios, a série acompanha o impacto causado por essa nova empreitada, tanto para as mulheres e suas famílias, quanto para a cultura, política e desenvolvimento tecnológico do mundo.
Um dos aspectos mais interessantes de “For All Mankind” é que cada temporada foca em um marco diferente dessa potencial exploração do espaço, abordando até mesmo temas que ainda não são reais.
