Princesa Diana além do mito: musical estreia em São Paulo com olhar brasileiro

Montagem não-réplica de 'Diana - A Princesa do Povo', dirigida por Tadeu Aguiar, estreia dia 14 de maio no Teatro Liberdade

Ingressos para 'Diana - A Princesa do Povo' custam a partir de R$ 25

Ingressos para 'Diana - A Princesa do Povo' custam a partir de R$ 25 | Carlos Costa/Divulgação

Após temporada no Rio de Janeiro, o musical “Diana – A Princesa do Povo” desembarca pela primeira vez em São Paulo neste semestre, ampliando o alcance da história da princesa que, décadas depois, segue despertando fascínio, debate e forte comoção em diferentes gerações.

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A estreia do musical será no dia 14 de maio, no Teatro Liberdade, na região central da capital paulista, com ingressos já disponíveis através da Sympla. As entradas custam a partir de R$ 25.

Com versão e direção de Tadeu Aguiar, a produção apresentada pelo Ministério da Cultura e pela Bradesco Seguros, é assinada pela “Estamos Aqui Produçõe”s, companhia responsável por sucessos premiados do teatro musical brasileiro como “Quase Normal”, “A Cor Púrpura” e “Querido Evan Hansen”.

Para o público brasileiro

A montagem paulista do espetáculo é uma encenação não-réplica, desenvolvida especialmente para o público brasileiro, construindo um olhar próprio sobre a trajetória de Diana Spencer sem abrir mão da sofisticação estética, da força emocional e do rigor narrativo que sua história exige.

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Mais do que revisitar a trajetória de uma figura amplamente conhecida, o espetáculo se debruça sobre a dimensão humana da princesa, abordando suas fragilidades, contradições e coragem diante de uma instituição historicamente rígida.

Diana, que se tornou símbolo mundial de empatia, proximidade e transformação social, é apresentada como uma mulher que enfrentou pressões familiares, afetivas e midiáticas, ao mesmo tempo em que redefiniu o papel da realeza britânica ao se aproximar de causas sociais, humanizar a monarquia e transformar sua dor em ação pública.

Princesa real

A encenação aposta em nuances emocionais mais próximas da realidade vivida por Diana, revelando não apenas a princesa idealizada pelos holofotes, mas a mulher que lutou para existir dentro de um sistema que frequentemente a silenciava. Esse percurso é traduzido em cena por uma equipe criativa experiente e afinada.

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O elenco reúne 23 atores, com destaque para Sara Sarres, uma das vozes mais respeitadas do teatro musical brasileiro, que retorna aos palcos nacionais após um hiato de cinco anos. Com carreira marcada por papéis emblemáticos no Brasil e no exterior, a atriz assume o desafio de dar vida a uma personagem emocionalmente complexa.

Ao seu lado estão Claudio Lins – ator que já concedeu uma entrevista exclusiva para a Gazeta -, como Príncipe Charles, Simone Centurione, no papel da Rainha Elizabeth, e Giselle Prattes, interpretando Camilla Parker Bowles. Juntos, eles constroem os principais conflitos afetivos, institucionais e públicos que atravessam a história de Diana e da Família Real britânica.

Completam o elenco Betto Marque (Andrew Parker), Rosana Penna (Barbara Cartland), Dino Fernandes (James Hewitt), Giovanna Rangel (Sarah Spencer), Lucas Britto (Rostropovich), Fabi Figueiredo (Host), Matheus Boa (Andrew Morton), Rhuan Santos (Colin), além de Bia Bahia, Carol Pita, Duda Carvalho, Fábio Brazile, Maria Vitória Rodrigues, Celso Till, Mavi Carpin, Cris Mont, Marianna Alexandre, André Ulo e Lua Soares (swing). 

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Figurinos como papel fundamental

Os figurinos, assinados por Ney Madeira e Dani Vidal, desempenham papel fundamental na construção dramatúrgica do espetáculo.

Inspirados em diferentes momentos da vida pública e privada de Diana, eles dialogam com a estética da realeza britânica, o rigor institucional da monarquia e, ao mesmo tempo, com a transformação pessoal da princesa ao longo dos anos.

As criações ajudam a traduzir visualmente a passagem do tempo, os estados emocionais da personagem e o contraste entre a imagem pública cuidadosamente construída e a mulher que buscava autonomia, afeto e identidade.

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A montagem conta ainda com direção musical de Thalyson Rodrigues, cenografia de Natália Lana, coreografias de Sueli Guerra e visagismo de Anderson Bueno e Cristiane Regis, que colaboram para uma experiência sensorial envolvente e coesa. A coordenação de produção é de Norma Thiré, com produção geral de Eduardo Bakr.

Serviço

Onde? Teatro Liberdade – rua São Joaquim, 129 – Liberdade – São Paulo

Quando? Estreia 14 de maio, com sessões às quintas e sextas, às 20h; sábado, às 16h e 20h30, e domingos, às 15h e às 19h30

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Quanto? Plateia Premium – Sexta-feira, sábado e 1ª sessão de domingo – R$340 (inteira) | R$170 (meia)
Quinta-feira e 2ª sessão de domingo – R$ 280 | R$140 (meia)

Plateia – Sexta-feira, sábado e 1ª sessão de domingo – R$250 (inteira) | R$125 (meia)
Quinta-feira e 2ª sessão de domingo – R$ 190 | R$85 (meia)

Balcão Visão Parcial – R$120 (inteira) | R$60 (meia)

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Balcão A – R$170 (inteira) | R$85 (meia)

Balcão B – R$50 (inteira) | R$25 (meia); vendas através da plataforma Sympla
 
Duração: 150 minutos (com intervalo)

Classificação: 12 anos