A ampliação da Copa do Mundo FIFA de 2026 para 48 seleções deve aumentar o número de zebras na competição.
O novo formato reduz a margem de erro das potências e amplia as chances de seleções fora do eixo tradicional.
Equipes que antes tinham dificuldade para se classificar agora chegam ao torneio com mais frequência. O cenário reforça a possibilidade de surpresas já na fase de grupos.
“Zebras”
Uma das seleções que ganham destaque é o Uzbequistão, que conquistou vaga inédita. A equipe chega embalada após campanha consistente nas eliminatórias asiáticas.
O meia Abbosbek Fayzullaev é um dos principais nomes do elenco. A seleção também aposta em organização defensiva e jogo reativo para competir contra adversários mais fortes.
Japão e Noruega aparecem como candidatas a surpresa Além dos estreantes, seleções já consolidadas buscam avançar além do esperado.
A equipe tem histórico recente de boas campanhas e costuma dificultar jogos contra favoritos, como o com Espanha e Alemanha na Copa do Mundo de 2022 – além de vencer o Brasil em 2025.
Outra seleção observada é a Noruega. O time conta com o atacante Erling Haaland, um dos principais nomes do futebol mundial. A presença de jogadores de alto nível aumentou o potencial competitivo da equipe nos últimos anos.
Tendência é de mais equilíbrio no Mundial
O aumento no número de participantes altera a dinâmica da competição. Seleções consideradas menores passam a ter mais experiência internacional.
Com isso, a Copa do Mundo FIFA de 2026 tende a ter mais resultados inesperados. A expectativa é de um torneio mais equilibrado e com maior número de surpresas.
Para este ano, o evento contará com 16 cidades-sede em três países diferentes: Estados Unidos, México e Canadá.
A competição está marcada para começar no dia 11 de junho, com a partida de abertura no Estádio Azteca, na Cidade do México. A final será disputada em 19 de julho, no MetLife Stadium, nos Estados Unidos.
