As bolas de tênis nem sempre foram amarelas fluorescentes (“amarelo óptico”). Até os anos 1970, as famosas “Tennis Balls” eram brancas ou pretas, dependendo da superfície da quadra. A troca, no entanto, foi uma forma de o esporte se adaptar à chegada da TV colorida e de melhorar a visão do público.
Durante as partidas, principalmente as de elevado nível técnico e de alta velocidade, as pessoas tinham dificuldade em acompanhar os pontos pela falta de nitidez das câmeras e pelo maior contraste das telas coloridas.
Resolução do problema e melhor visibilidade
Como forma de resolver esse problema, a Federação Internacional de Tênis adotou a nova coloração amarela. Ela foi pensada para ser visível ao olho humano.
Estudos apontam que o cérebro humano identifica tons amarelos com mais rapidez do que o branco em movimento. Por causa disso, a troca também beneficiou os jogadores ao proporcionar melhor leitura da trajetória, mais reação e menos esforço visual.
Mesmo com a oficialização da Federação Internacional em 1972, a adaptação foi lenta nas principais competições do esporte. Wimbledon, por exemplo, substituiu as bolas brancas pelas amarelas apenas em 1986.
