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'Isso aqui não foi feito por torcedores, mas por vândalos', diz Rogério Santos

Prefeito Rogério Santos esteve nos arredores da Vila Belmiro para ver os estragos feitos por parte da torcida

Jeferson Marques

Publicado em 07/12/2023 às 18:20

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Prefeito de Santos, Rogério Santos, esteve nos arredores da Vila / Nair Bueno/Diário do Litoral

O prefeito de Santos, Rogério Santos, esteve nos arredores do estádio e viu de perto os estragos feitos por torcedores após a derrota do time para o Fortaleza por 2 a 1 na última quarta-feira (06), o que acabou confirmando a queda da equipe para a Série B do Campeonato Brasileiro. Bastante irritado com o cenário de guerra, o mandatário disse que o torcedor de verdade, que ama o Santos, não faz esse tipo de coisa. 

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Ao descer do carro, na Avenida Pinheiro Machado (Canal 1), Rogério viu o último ônibus queimado sendo rebocado, assim como o asfalto queimado, fios pendurados e centenas de pessoas sem luz e sem interner desde a madrugada. Mostrando indignação, o prefeito questionou a violência gratuita pós-jogo.

"Queimar ônibus resolve o que? Tirar uma senhora de dentro do coletivo de forma truculenta, resolve o que? Quebrar janelas de casas, tacar fogo em carros resolve o que? Não sou torcedor do Santos, mas tenho amor a este clube, e isso que fizeram hoje não representa a história do Santos", desabafa.

Questionado pela Reportagem sobre a ampliação da capacidade do estádio para 32 mil pessoas, prevista para o próximo ano, e que preocupa os moradores, que alegam confrontos constantes, mesmo em jogos pequenos, Rogério reforça que o projeto está na mesa para aprovação.

"Há sim questões de segurança no projeto; de aumentar essa segurança. Buscamos sempre diminuir estes confrontos e, sim, estamos atentos a tudo o que está acontecendo e dialogando com todos os setores e lideranças. É um trabalho em conjunto que também depende da população para ter êxito. Nunca se investiu tanto em segurança em Santos quanto agora, e não vamos parar por aqui".

O prefeito lamentou os gastos constantes que o município têm com atos de vandalismo e depredações. Segundo ele, quase todos os dias algum ponto ou local de Santos precisa de pinturas, consertos ou reformas por causa da destruição de patrimônios. 

"Isso sai do bolso do contribuinte. É justo? Óbvio que não, mas, infelizmente, a falta de civilidade de alguns gera prejuízos para todos", finaliza.

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