A Copa do Mundo de 2026 promete reunir gigantes do futebol e também potências econômicas em um mesmo torneio. Mas um levantamento baseado no ranking de PIB dos países classificados mostra que existe uma diferença financeira gigante entre essas seleções.
Enquanto algumas nações movimentam trilhões de dólares por ano, outras têm economias menores do que muitas cidades grandes ao redor do planeta. A edição, que será disputada nos Estados Unidos, México e Canadá, terá pela primeira vez 48 seleções e promete ser a mais lucrativa de todos os tempos.
Segundo dados e informações do Fundo Monetário Internacional (FMI), o ranking de PIB mostra uma distância gigantesca entre as maiores economias do planeta e os países menores que estarão no torneio.
Maiores PIBs da Copa
Veja a seguir os países com um dos maiores PIBs do mundo, que estarão presentes na Copa:
- Estados Unidos — US$ 32,3 trilhões
- Alemanha — US$ 5,4 trilhões
- Japão — US$ 4,3 trilhões
- Inglaterra e Reino Unido — US$ 4,2 trilhões
- França — US$ 3,6 trilhões
Os Estados Unidos aparecem no topo da lista, com um PIB acima de US$ 32 trilhões, consolidando o país como a maior economia do mundo.
Mesmo com o domínio econômico de alguns países, o dinheiro não garante tradição dentro de campo. A história das Copas mostra que seleções economicamente menores conseguem surpreender gigantes do futebol.
Os menores PIBs da Copa
O contraste econômico da Copa do Mundo de 2026 fica ainda mais evidente quando países como Cabo Verde e Curaçao entram na comparação. As duas seleções possuem economias pequenas até mesmo em relação a estados brasileiros.
- Cabo Verde – aproximadamente US$ 3,4 bilhões
- Curaçao – aproximadamente US$ 3,2 bilhões
Para se ter ideia, o PIB do Distrito Federal supera facilmente o dos dois países, impulsionado principalmente pela administração pública, setor de serviços e atividade econômica ligada à capital do país.
Tanto a economia de Cabo Verde quanto a de Curaçao, é baseado no turismo local, comércios e serviços e atividades portuárias, movimentando poucos bilhões de dólares por ano.
No fim das contas, o ranking dos PIBs analisa que existe um enorme desequilíbrio econômico entre os participantes da Copa. Mas também mostra que dentro do campo, bilhões de dólares não entram em jogo junto com os jogadores.









