Adeus, vasos tradicionais: nova tendência para guardar flores domina 2026

Aposta busca converter plantas em elementos arquitetônicos, otimizando o espaço e facilitando a manutenção

Estruturas esbeltas, geralmente em metal preto fosco, criam uma sensação de leveza visual

Estruturas esbeltas, geralmente em metal preto fosco, criam uma sensação de leveza visual | Ilustração/IA/Gazeta de S.Paulo

Em 2026, a decoração de áreas externas, como varandas e terraços, consolidou-se como uma extensão estética dos interiores da casa.

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A grande mudança da temporada é o fim dos tradicionais vasos dispostos diretamente no piso, que perdem espaço para uma estética verticalizada e organizada por meio de suportes elevados de metal e madeira.

Plantas como elementos de arquitetura

O objetivo central dessa tendência é elevar o status da vegetação. Em vez de meros acessórios, as plantas passam a atuar como componentes fundamentais da arquitetura, adicionando altura e modernidade imediata aos ambientes.

Estruturas esbeltas, geralmente em metal preto fosco, criam uma sensação de leveza visual que é ideal para otimizar espaços pequenos. Algumas opções mais sofisticadas podem passar dos R$ 500, enquanto modelos maiores beiram os R$ 1.000

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A composição costuma utilizar floreiras retangulares e linhas retas, facilitando o alinhamento em corredores e o fechamento de guarda-corpos.

Materiais e estilos em alta

Embora o metal seja o protagonista pela durabilidade e ar cosmopolita, a madeira também ganha destaque em projetos que buscam mais aconchego e um toque rústico contemporâneo.

  • Metal preto fosco: favorito para visuais industriais, modernos e minimalistas;
  • Madeira: utilizada para trazer calor e um aspecto natural, aproximando-se do estilo escandinavo ou nórdico;
  • Composições mistas: o contraste entre o verde das folhas, o metal preto e a madeira cria um visual “instagramável” e sofisticado.

Funcionalidade e organização inteligente

Além da estética, a utilização de suportes em diferentes alturas oferece vantagens práticas e estratégicas:

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  1. Zoneamento de ambientes: as peças funcionam como divisórias leves, permitindo separar a área de jantar do espaço de descanso sem bloquear a luz ou a visão;
  2. Dinamismo visual: ao criar camadas de profundidade com plantas de diferentes portes, o morador gera um ambiente muito mais atraente do que o antigo agrupamento de vasos no chão;
  3. Higiene e preservação: a elevação dos vasos facilita a limpeza do piso, melhora a ergonomia para regas e podas, e protege o revestimento contra manchas de umidade.

A varanda como extensão da sala

Essa tendência reforça o conceito de que a varanda deve ser funcional e integrada ao resto do imóvel, pronta para momentos de lazer, refeições ou trabalho remoto.

Ao elevar a vegetação, o design planejado transforma qualquer terraço em uma extensão luxuosa e natural da área social da casa.