Ter um cachorro em casa é sinônimo de alegria e companhia. Mas, em apartamentos e espaços pequenos, o cheiro canino pode se tornar um incômodo. A boa notícia é que há raças naturalmente mais limpas: elas produzem pouca oleosidade na pele e, por isso, quase não têm odor mesmo após alguns dias sem banho.
O que define o cheiro do cachorro
O cheiro de um cão está ligado à genética e depende de fatores como o tipo de pele, a quantidade de glândulas sebáceas e o formato da pelagem. Para quem busca um pet discreto no odor, as melhores opções são raças de pelo curto, textura seca ou sem subpelo.
Enquanto raças com pelagem dupla e pele oleosa, como o Labrador, tendem a ter odor mais forte, outras garantem uma convivência mais agradável especialmente em ambientes fechados. Além da genética, a higiene e a alimentação influenciam diretamente no aroma do pet.
Raças de cachorro com pouco ou nenhum odor
6 dicas para quem tem ou quer ter um cachorro, mas mora em apartamento
- Regras e contrato: O condomínio não pode proibir pets dentro do apartamento (direito à propriedade), mas pode restringir a circulação em áreas comuns (piscina, salão, etc.). O proprietário pode proibir pets no contrato. Verifique sempre o seu contrato de aluguel.
- Escolha da raça: o comportamento é influenciado pela criação e pela raça. Pesquise características como nível de latido e energia antes de escolher (ex: Shih-tzu costuma ser mais calmo que Lhasa Apso).
- Higiene e necessidades: tapete higiênico é essencial para apartamentos, reservando um canto fixo. Use reforço positivo (petiscos e elogios) para ensinar o pet a usá-lo.
- Passeios diários: são cruciais para o gasto de energia e novos estímulos. O ideal é sair mais de uma vez ao dia para prevenir ansiedade, latidos em excesso e comportamentos destrutivos.
- Enriquecimento ambiental: ofereça brinquedos e desafios (mordedores, quebra-cabeças) para estimular instintos e cognição. Use brinquedos recheáveis no lugar do comedouro para que ele gaste energia e estimule o olfato.
- Atenção exclusiva: estar no mesmo ambiente (o cão seguindo o tutor) não é suficiente. Reserve um momento exclusivo (pelo menos uma hora por dia) para carinhos e brincadeiras dedicadas.








