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Eliana Gonçalves Ribeiro é a nova comandante da Guarda Civil Municipal de Taboão da Serra, na região sudoeste da Grande SP
Eliana Gonçalves Ribeiro é a nova comandante da Guarda Civil Municipal de Taboão da Serra, na região sudoeste da Grande SP
Foto: ANA RODRIGUES/PMTS

Pela 1º vez na história, GCM de Taboão será comandada por uma mulher

Eliana Gonçalves Ribeiro foi a primeira GCM feminina da cidade e agora assume corporação na Grande São Paulo

O município de Taboão da Serra, na Grande São Paulo, terá pela primeira vez em sua história, uma comandante a frente da Guarda Civil Municipal (GCM). O prefeito Aprígio (Podemos), apresentou na última semana, Eliana Gonçalves Ribeiro como a nova responsável pela guarda. Ela terá ao lado o subcomandante Nivaldo Francisco Menoci.

Eliana disse se sentir honrada e confiante com a missão. “Eu estou há 25 anos na corporação e para mim é uma honra muito grande ter sido indicada por este governo que sentiu essa onda de empoderamento das mulheres, que hoje assumem cargos de destaque e resolveu me dar esta oportunidade, que para mim foi uma surpresa, mas uma grande alegria”, comentou.

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O secretário adjunto de Segurança, Tenente Dacal comentou a nomeação da nova comandante da GCM. “Nós temos o prazer de ter a primeira comandante da guarda a Eliana, não só por ser mulher, mas pela qualidade intelectual e profissional que ela tem, para nós é uma honra ter a mulher à frente da Guarda Municipal. A mulher tem que ser valorizada de igual para igual e esta é a nossa meta”, afirmou.

A nova comandante faz parte do quadro da GCM há 25 anos, e além de estrear o comando feminino, Eliana também foi a primeira mulher a entrar na guarda municipal de Taboão, em 1995. Hoje, 30 dos 257 agentes são mulheres. “Há 25 anos os homens estão no comando e esta nova gestão veio com gana de mudança e então nós recebemos esta novidade e me sinto muito honrada”, contou.

Ela afirma ainda que há 25 anos uma mulher na corporação não era algo muito comum. “Lá atrás eles não esperavam uma mulher na corporação, então eu fui treinada para ser rádio operadora, onde eu recebia ligações e as destinava às viaturas, trabalhei um tempo nesta função e depois fui para a rua, em seguida fui para o administrativo, voltei para o patrulhamento, comissionada na delegacia, no 1º DP, onde atuei no cartório central, e no setor de investigação”.

A comandante comentou também sobre os preconceitos que já sofreu por ser mulher. “Antes era muito mais forte, a gente não ia para a rua, lugar da mulher era atendendo telefone, mas hoje o nosso lugar é onde queremos estar. Agora as jovens vão olhar e falar, poxa, é uma profissão legal e eu também posso estar lá”.

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