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Em Taboão da Serra, o Caged aponta que foram criadas de janeiro até março deste ano 7.491 vagas
Em Taboão da Serra, o Caged aponta que foram criadas de janeiro até março deste ano 7.491 vagas
Foto: DIVULGAÇÃO/AGÊNCIA BRASÍLIA

Cidades da Grande SP voltam a registrar empregos formais

Mesmo com a crise imposta pela pandemia, cidades metropolitanas iniciaram os três primeiros meses deste ano gerando empregos formais; ABC registrou 82.040 empregos e 73.878 demissões

Mesmo com a grave crise econômica imposta pela pandemia causada pelo Coronavírus, os municípios que compõem a região metropolitana de São Paulo iniciaram os três primeiros meses deste ano gerando empregos formais. Para que o número de demissões não seja maior que as admissões, as prefeituras têm se esforçado com ações para atrair empresas e gerar vagas nas cidades. A região do ABC Paulista, por exemplo, gerou 82.040 empregos e 73.878 demissões. O saldo positivo é de 8.162.

Já na região sudoeste da Grande São Paulo, as três maiores cidades: Taboão da Serra, Embu das Artes e Itapecerica da Serra também registraram saldo positivo. Juntas, elas somam 14.921 vagas e 12.580 demissões. O saldo é de 2.341. O levantamento foi feito pela Gazeta com base nos dados divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego, através do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Os números podem ser acessados no site (www.gov.br/trabalho).

Em Taboão da Serra, o Caged aponta que foram criadas de janeiro até março deste ano 7.491 vagas. Apesar de ser o maior número da região, a secretária de Desenvolvimento Econômico da cidade, Adriana Maia Barcellos, diz que o saldo poderia ser maior. “A crise da pandemia criou um cenário de incerteza para a geração de vagas. O nosso papel é buscar mecanismos para a chegada de novas empresas e também fortalecer os vínculos com as que já temos na cidade. É um trabalho de parceria, entre a prefeitura e setor privado”, disse Adriana.

O número de demissões no período em Taboão da Serra foi de 6.640. O saldo é de 851 vagas. “Os setores que mais estão contratando são os de logística, serviços de entrega e supermercados. Mas as contratações são inferiores do que de costume, justamente pela crise da pandemia. Esperamos que com o avanço da vacinação, o mercado econômico volte a gerar empregos. Enquanto isso seguimos oferecendo qualificação aos moradores da nossa cidade, e intermediando de forma intensa a população com as vagas”, complementou Barcellos.

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A cidade vizinha, Embu das Artes, gerou 4.176 vagas e 3.673 demissões. O saldo é de 503 oportunidades. Já em Itapecerica da Serra foram 2.804 admissões e 2.267 demissões. A média foi de 537 vagas.

ABC PAULISTA.

A região do ABC Paulista, uma das áreas economicamente mais importante do estado de São Paulo, registrou 82.040 novos empregos e 73.878 demissões. A região que conta com cerca de 2,8 bilhões de moradores é formada pelas cidades de Diadema, Mauá, Ribeirão Pires, Rio Grande da Serra, Santo André, São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul.

São Bernardo do Campo lidera o ranking com mais admissões entre os municípios. Foram 28.982 contratações e 25.281 demissões. Na sequência figura Santo André com 22.820 contratações e 22.364 demissões, e logo após São Caetano do Sul com 13.032 oportunidades e 10.865 desligamentos.

Diadema gerou 8.580 vagas e 6.860 demissões e Mauá foram 6.659 vagas e 6.451 demissões. Fechando o ranking de mais admissões do que demissões, aparece Rio Grande da Serra com 220 vagas e 168 desligamentos.

A única cidade do ABC que registrou mais demissões do que admissões foi Ribeirão Pires. Foram 1.886 demissões e 1.747 contratações. O saldo negativo nos três primeiros meses deste ano é de -139.

 

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