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O prefeito Rogério Lins retornou às suas atividades na Prefeitura de Osasco, na manhã de ontem
O prefeito Rogério Lins retornou às suas atividades na Prefeitura de Osasco, na manhã de ontem
Foto: Divulgação PMO

Prefeito retoma atividades três semanas após explosão

Rogério Lins e primeira-dama tiveram queimaduras de 1º e 2º graus após a explosão de uma fogueira em festa

Na manhã de ontem, o prefeito de Osasco, Rogério Lins, retomou as atividades normais em seu gabinete na prefeitura três semanas após ser atingido pela explosão da fogueira em uma festa junina de servidores do município.

O incidente ocorreu em 28 de junho no "Arraiá do Servidô", realizado na cidade da Grande São Paulo. Na ocasião, o prefeito estava acompanhado da primeira-dama, Aline Lins, que também ficou ferida.

O casal teve queimaduras de 1º e 2º graus em 14% do rosto e dos braços. Outras três pessoas que estavam no local também foram atingidas e a Polícia Civil abriu um inquérito para apurar as causas e as responsabilidades da explosão.

Desde que recebeu alta hospitalar, em 10 de julho, Lins vinha despachando de sua residência na cidade e acompanhado por médicos.

Na última sexta-feira (19), o prefeito visitou o hospital municipal Antonio Giglio, onde ficou internado junto com a esposa após o ocorrido. Em seu primeiro evento público depois do acidente, ele fez a entrega de um novo centro cirúrgico ao hospital, com novos equipamentos.

Investigação.

A Polícia Técnico-Científica da Polícia Civil e o Crea (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia) realizam uma perícia na fogueira que explodiu logo após o incidente. Os peritos científicos fotografaram as cinzas da fogueira e recolheram material combustível para acender o fogo.

Os técnicos do Crea foram ao local para saber se o responsável pela construção da fogueira tinham um projeto para fazê-la e também se é profissional autorizado para isso.

Se ficar comprovado que a pessoa responsável não seguiu recomendações de segurança ou estava em situação irregular, ela poderá ser multada. Segundo o Corpo de Bombeiros do Estado, a festa junina não tinha autorização para fazer a fogueira. (GSP)

 

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