Maior que a da Marginal: Interior de SP ganha ciclovia turística de 25 quilômetros

Contrato prevê investimentos de aproximadamente R$ 9,4 bilhões ao longo de 30 anos

Estrutura prevê sinalização e medidas voltadas à segurança dos usuários ao longo de todo o percurso

Estrutura prevê sinalização e medidas voltadas à segurança dos usuários ao longo de todo o percurso | Ilustração com IA/Gazeta de S. Paulo

Uma ciclovia de 25 quilômetros, com extensão maior que a da Marginal Pinheiros, na capital paulista, será construída na região de Holambra e cidades vizinhas.

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O projeto faz parte da concessão da Rota Mogiana e deve ampliar as opções de mobilidade, lazer e turismo no interior do estado.

A ciclovia será implantada ao longo da Rodovia Prefeito Aziz Lian (SP-107), entre o km 18,8, em Artur Nogueira, e o km 43,9, em Santo Antônio de Posse, passando por Holambra.

Com essa extensão, o projeto deve destacar entre os maiores do estado de São Paulo, superando os 22,2 km da ciclovia da Marginal Pinheiros e os 22,5 km do trajeto à beira-mar de Praia Grande.

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O investimento estimado é de R$ 30 milhões. A estrutura prevê sinalização e medidas voltadas à segurança dos usuários ao longo de todo o percurso.

A proposta foi incorporada ao projeto após contribuições apresentadas durante consultas públicas, que reuniram moradores, gestores municipais e representantes do setor.

A ciclovia integra um pacote mais amplo de intervenções previstas na concessão da Rota Mogiana, que abrange cerca de 520 quilômetros de rodovias no interior paulista.

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Leilão na B3

O leilão da concessão foi realizado na B3, no fim de fevereiro, e teve como vencedor o consórcio liderado pelo grupo Azevedo e Travassos.

O contrato prevê investimentos de aproximadamente R$ 9,4 bilhões ao longo de 30 anos.

Além da ciclovia, estão previstas obras como duplicações, implantação de faixas adicionais, vias marginais, passarelas e novos acessos.

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O projeto deve gerar cerca de 11 mil empregos diretos e indiretos e beneficiar aproximadamente 2,3 milhões de pessoas em 22 municípios.

A iniciativa também busca impulsionar o turismo regional, com impacto em setores como hotelaria, alimentação e comércio, especialmente em cidades com forte apelo turístico como Holambra.