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Primeiro ministro japonês Shinzo Abe afirmou que ainda está comprometido a organizar os Jogos "completos", sem cancelamento, mas admitindo um adiamento
Primeiro ministro japonês Shinzo Abe afirmou que ainda está comprometido a organizar os Jogos "completos", sem cancelamento, mas admitindo um adiamento
Foto: Reprodução Facebook

Olimpíada pode ser adiada, diz organização

A organização da Olimpíada e o governo japonês admitiram nesta segunda-feira que a os Jogos Olímpicos 2020 podem ser adiados por causa do coronavírus

A organização da Olimpíada e o governo japonês admitiram nesta segunda-feira que a os Jogos Olímpicos 2020 podem ser adiados. O cancelamento, no entanto, é totalmente rechaçado. A declaração acontece um dia após o Comitê Olímpico Internacional (COI) admitir pela primeira vez a possibilidade de adiar as Olimpíadas devido ao coronavírus, que tem prejudicado a preparação dos atletas em todo o planeta.

O primeiro ministro Shinzo Abe afirmou que ainda está comprometido a organizar os Jogos "completos", sem cancelamento, mas admitindo um adiamento. "Se isto ficar difícil, levando em consideração os atletas em primeiro lugar, pode ser inevitável que tomemos a decisão de adiar. O cancelamento não é uma opção", disse o político japonês em audiência no Parlamento.

Já durante coletiva de imprensa, nesta segunda-feira, o presidente do Comitê Tóquio-2020, Yoshiro Mori, e o CEO do órgão, Toshiro Muto, comentaram sobre um possível adiamento, mas indicaram as suas dificuldades. "Primeiro de tudo: sobre cancelamento, nunca consideramos isso. É inimaginável. O adiamento não é o primeiro caminho de ação, mas não podemos não considerar isso", disse Mori, que ressaltou que as autoridades estão cientes de como o coronavírus chegou com força a outros países. 

"Não podemos deixar nossa guarda baixa sobre isso, especialmente porque nos Estados Unidos, Europa e novas áreas estão sob situações extremas agora. Entendemos isso, ouvimos muitas opiniões, de muitos países, sobre realizar os Jogos como planejado inicialmente. Não somos tolos", completou.

Com informações do Estadão Conteúdo

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