Um novo eclipse total está programado para o dia 12 de agosto de 2026. De acordo com a Nasa, o fenômeno poderá ser visto da Groenlândia, Islândia, Espanha, norte da Rússia, Oceano Atlântico e uma pequena parte de Portugal. Não será possível visualizar no Brasil.
O evento é popular por movimentar especialistas, observadores e turistas, especialmente pela raridade de eclipses totais em um mesmo ponto do planeta. A duração também é curta, o que aumenta o interesse por deslocamento e viagens.
Esta é uma oportunidade de observar a coroa solar com segurança, além de acompanhar a dinâmica entre Sol, Lua e Terra. Alguns lugares aproveitam a raridade para promover a ocasião, como o Iberia Eclipse Festival, perto de Vinuesa, na Espanha. O ingresso com direito a camping pode custar até € 240 (R$ 1.406 na cotação atual).
Eclipse total também é evento de luxo
Já o hotel de luxo Meliá Hotels International, em Palma de Mallorca, também na Espanha, preparou um pacote de três diárias para casal com refeições, bebidas, drinks à vontade, massagens e uma área exclusiva.
A organização ainda oferece um transfer de avião executivo para levar os hóspedes ao local. Os valores pelas regalias ultrapassam R$ 1 milhão.
Segundo mapas divulgados pela Nasa e National Solar Observatory, o eclipse terá uma trajetória estreita. Portanto, a posição exata fará diferença na hora de observar o fenômeno.
Eclipse total de 2026 é atração dentro da comunidade científica
O eclipse de agosto de 2026 ganha destaque por causa do calendário astronômico que vinha movimentando a comunidade científica e os entusiastas. A ocasião é tratada pela imprensa internacional como um dos grandes eventos do ano.
O fenômeno permite ainda estudar a coroa solar, uma vez que a totalidade permite visualizar o halo visível a olho nu e por instrumento. Isso permite a observação em dias comuns.
Entretanto, o recomendado é não olhar diretamente para o Sol sem a proteção adequada, exceto durante o curto período em que a lua encobre totalmente a estrela. Nas outras etapas, o uso de óculos escuros com filtro solar próprio é obrigatório, conforme orientado pela própria NASA.






