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Pedro Nastri

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Foto: Gazeta de S.Paulo

Falta de água

Falta de água. Moradores de ao menos 78 bairros da Capital e região metropolitana de SP relatam problemas na entrega e no abastecimento de água potável. A preocupação com a água é grande em tempos de combate à pandemia do coronavírus, em que uma das recomendações dos especialistas é lavar as mãos com frequência. O maior número de reclamações ocorre em bairros na zonas sul e norte da Capital. Segundo a Sabesp, desde que a quarentena de combate ao coronavírus começou no estado o consumo de água aumentou 6% na capital paulista.

Segurança para GCMs. A gestão Bruno Covas (PSDB) publicou um decreto em que declara situação de emergência no município e determina a implementação de medidas no enfrentamento da pandemia do coronavírus. O serviço de segurança urbana foi considerado essencial, e entre as exigências do prefeito estão a "disponibilização de máscaras, álcool em gel e outros materiais recomendados pelas autoridades de saúde e sanitária para todos os servidores que exerçam atividades de atendimento ao público". Há uma semana, na sexta-feira (20), a Associação de Guardas e Servidores do Estado de São Paulo (Ages-SP) pediu à Justiça, com urgência, que obrigasse a prefeitura a cumprir o próprio decreto.

Pias nas ruas do centro. A Prefeitura de São Paulo está instalando pias na região central da cidade para auxiliar as pessoas em situação de rua na higienização das mãos durante o período de pandemia do coronavírus. De acordo com a administração, as pias estão sendo instaladas em locais com grande aglomeração de pessoas, como as praças da Sé, República, Liberdade e Ouvidor Pacheco e Silva, parque Dom Pedro, Pateo do Colégio e os largos São Francisco, Paissandu, Arouche e General Osório.

Bolsonaro X Doria. Numa teleconferência com chefes de Executivos de estados do Sudeste, houve bate-boca entre Doria e Bolsonaro. O governador cobrou o presidente, que respondeu acusando o tucano de estar interessado na eleição ao Planalto em 2022. Em 2018, ambos estavam na mesma onda de extrema direita. Já, no dia seguinte ao pronunciamento de TV em que adotou um tom de confronto, Jair Bolsonaro reiterou os ataques a governadores que impõem medidas restritivas de circulação durante a pandemia do novo coronavírus. O presidente discutiu com João Doria em teleconferência e acusou o tucano de estar em campanha para 2022. Em Goiás, Ronaldo Caiado disse que Bolsonaro, de quem é próximo, quer "lavar as mãos e responsabilizar outras pessoas por um eventual colapso" na economia. 

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