Perícia acha detalhe intrigante no carro de empresário morto em Interlagos

Adalberto foi encontrado morto dentro de buraco no Autódromo de Interlagos

Após o material genético ter sido detectado, DHPP solicitou uma nova perícia no veículo

Após o material genético ter sido detectado, DHPP solicitou uma nova perícia no veículo | Reprodução

Vestígios de sangue foram encontrados no carro do empresário Adalberto Júnior, que havia desaparecido na sexta-feira (30/5), durante um evento no Autódromo de Interlagos, na zona sul de São Paulo.

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Após o material genético ter sido detectado, o Departamento Estadual de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que investiga o caso, solicitou uma nova perícia no veículo.

A Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que a equipe do DHPP segue na coleta de depoimentos de familiares, testemunhas e está aguardando a finalização de todos os laudos solicitados.

A dinâmica dos fatos e a causa da morte do empresário ainda não foram esclarecidas.

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Sumiço de Adalberto

O caso do empresário foi registrado no sábado (31/5) como desaparecimento de pessoa pelo 48º Distrito Policial (Cidade Dutra). 

O homem havia ido ao Autódromo de Interlagos participar de um evento de experiências com motos, o Festival Interlagos, com expectativa de receber cerca de 200 mil pessoas.

Na terça-feira (3/6), a Polícia Militar foi acionada após o corpo ser encontrado em um buraco com dois metros de profundidade no autódromo, onde há uma obra.

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Família de Adalberto Amarilio dos Santos Junior, de 35 anos, reconheceu corpo encontrado no Autódromo de Interlagos, na zona sul de São Paulo, o que confirmou a morte do empresário desaparecido.

Sem calça e sem tênis

O corpo de Adalberto foi localizado sem calça e sem os tênis. De acordo com informações da polícia, não foram identificados sinais de violência física ou vestígios de sangue.

Em depoimento à polícia, Rafael Aliste, amigo que estava com Adalberto, relatou que o empresário consumiu maconha e ingeriu cerca de oito copos de cerveja durante o evento.

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A Polícia Civil investiga as circunstâncias da morte e trabalha com a hipótese de ato criminoso. A mulher de Adalberto, a farmacêutica Fernanda Dândalo, de 34 anos, realmente acredita que ele tenha sido vítima de um crime.

A diretora do Departamento de Homicídios da Polícia Civil de SP, Ivalda Aleixo, informou que “ele foi posto ali (no buraco) desacordado”.