Eleição de 2026 muda o Senado: veja o que está em jogo no Brasil

Renovação de dois terços significa que 54 das 81 cadeiras da Casa estarão em disputa no próximo ano

Senado Federal, em Brasília, terá renovação de dois terços nas próximas eleições

Senado Federal, em Brasília, terá renovação de dois terços nas próximas eleições | Jefferson Rudy/Agência Senado

As eleições de 2026 colocarão em disputa duas vagas para o Senado Federal nos 26 estados e no Distrito Federal. Como o mandato é de oito anos e cada estado tem direito a três senadores, as eleições se alternam entre a escolha de um e dois representantes por estado.

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A renovação de dois terços representa a disputa de 54 das 81 cadeiras da Casa no próximo ano.

Atualmente, os senadores por São Paulo são Giordano (MDB), Mara Gabrilli (PSD) e Marcos Pontes (PL). Os mandatos dos dois primeiros chegam ao fim com as eleições de 2026.

Ministros de Lula à frente

Em São Paulo, a disputa deverá polarizar o eleitorado entre apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e do presidente Lula (PT). A AtlasIntel divulgou na última semana uma pesquisa para o Senado, com dois cenários possíveis, indicando essa tendência.

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No primeiro, Simone Tebet (MDB), ministra do Planejamento, e Fernando Haddad (PT), ministro da Fazenda, aparecem como os favoritos dos eleitores para as duas vagas.

Eduardo Bolsonaro (PL) fica na terceira posição, empatado tecnicamente com Guilherme Derrite (PP). A dupla tem oito pontos a menos do que a ministra e cinco pontos de desvantagem em relação ao Haddad. Os demais candidatos têm menos de 10%.

O segundo cenário testado tem o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin (PSB), e a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva (Rede).

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Na sequência estão Derrite e Ricardo Salles (Novo). Os outros nomes têm menos de 10%.

A pesquisa entrevistou 2.059 pessoas entre os dias 29 de agosto e 3 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.