Lula bate o martelo: Alckmin é confirmado como vice para as eleições de 2026

Anúncio foi feito em reunião no Planalto e marca definição da chapa para a disputa presidencial deste ano

Decisão confirma saída do comando do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

Decisão confirma saída do comando do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços | Ricardo Stuckert/PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) confirmou, na manhã desta terça-feira (31/3), Geraldo Alckmin como seu vice-presidente para a disputa eleitoral deste ano.

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A pré-candidatura do atual ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) foi anunciada em reunião ministerial no Palácio do Planalto.

Para isso, Alckmin deixará sua função no MDIC. Como afirmou Lula: “O companheiro Alckmin vai ter que deixar o MDIC porque é candidato a vice-presidente da República outra vez”.

Saída do governo marca rearranjo eleitoral

O anúncio ocorreu em um encontro com o primeiro escalão, tratado internamente como uma reunião de despedida de ministros que devem disputar as eleições de outubro.

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A legislação eleitoral prevê que ocupantes de cargos no Executivo deixem as funções até o próximo sábado (4/4) para poderem concorrer.

Alckmin já havia indicado, no último fim de semana, que deixaria o ministério, mas ainda não havia confirmado qual seria seu destino na disputa.

O nome do vice-presidente também chegou a ser cogitado para uma candidatura ao Senado por São Paulo.

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Definição impacta cenário em São Paulo

Com a permanência na chapa presidencial, Alckmin deixa de ser uma opção para fortalecer o palanque de Lula no maior colégio eleitoral do país.

Ex-governador por quatro mandatos, ele é conhecido do eleitor paulista e era visto como um nome competitivo em uma eventual disputa local.

Agora, a articulação política deve recair sobre outros nomes. Estão cotadas as ministras Simone Tebet (Planejamento) e Marina Silva (Meio Ambiente) para compor o cenário.

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Para o governo de São Paulo, o escolhido será Fernando Haddad (PT), que também deve deixar o Ministério da Fazenda para entrar na corrida eleitoral.