Na hora em que se posicionar diante da urna eletrônica, o eleitor precisará respeitar um roteiro de digitação automatizado, que abre o processo com a escolha para deputado federal e conclui a votação com a escolha do presidente da República. Para que nenhum número seja digitado no campo errado, é fundamental compreender a ordem em que as opções surgem no visor.
A atenção precisa ser redobrada, pois após apertar a tecla verde “Confirma”, a operação é encerrada e não há como voltar atrás.
Sequência de votação na urna
Veja a sequência exata de votação e o número de dígitos correspondentes:
Deputado federal (quatro dígitos)
Deputado estadual ou distrital (cinco dígitos)
Primeiro senador (três dígitos)
Segundo senador (três dígitos)
Governador (dois dígitos)
Presidente da República (dois dígitos)
As seis decisões na urna e o alerta para as vagas do Senado
Ao todo, o cidadão registrará seis votos no primeiro turno. Na etapa reservada às duas vagas ao Senado, vale a regra estrita: é proibido votar duas vezes no mesmo candidato. A repetição faz com que a segunda escolha seja anulada pela urna.
Para evitar desacertos, olhe fixamente para a tela antes do toque final: confirme se a imagem, o nome do postulante e o número coincidem com a sua preferência. Notou algum erro? Pressione o botão “Corrige” para refazer a digitação.
A importância da colinha de papel e o treino na internet
A Justiça Eleitoral recomenda expressamente que o eleitor leve os números dos seus candidatos anotados em um pedaço de papel. O uso da “colinha” é permitido e agiliza o tempo de permanência na seção, ao passo que aparelhos celulares devem ser deixados com os mesários.
Para perder o medo do teclado, qualquer pessoa pode treinar no simulador oficial do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na internet. O sistema simula uma eleição completa com candidatos fictícios como “Partido dos Esportes” ou “Partido dos Rituais”, reproduzindo inclusive o sinal sonoro final.
O que muda no caso de segundo turno e para quem reside no exterior
A sequência de tela é encurtada em duas situações particulares. Ocorrendo segundo turno, a urna é configurada para receber apenas a escolha de governador (2 dígitos) seguida da de Presidente da República (2 dígitos).
Já os brasileiros residentes fora do país e cadastrados no exterior exercem o direito de voto de forma restrita: votam apenas para o cargo de presidente da República (2 dígitos), tanto no primeiro quanto no segundo turno.






