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O 1º semestre letivo deverá ser encerrado em 18 de julho, e o início das aulas não presenciais do 2 º semestre deverá seem 18 de agosto
O 1º semestre letivo deverá ser encerrado em 18 de julho, e o início das aulas não presenciais do 2 º semestre deverá seem 18 de agosto
Foto: Marcelo Gonçalves/Sigmapress/Folhapress

Segundo semestre de aulas da USP deverá ser de forma remota

Plano de readequação das atividades acadêmicas foi apresentado na última terça-feira (16)

Na última terça-feira (16), o grupo de trabalho coordenado pelo vice-diretor da Universidade de São Paulo (USP), Antonio Carlos Hernandes, apresentou um plano de readequação das atividades acadêmicas para o segundo semestre de 2020.

Segundo o plano, as aulas de graduação e de pós-graduação deverão continuar sendo ministradas de forma remota. O planejamento foi elaborado baseado em uma sistematização de propostas enviadas pelas Unidades de Ensino e Pesquisa e Órgãos da Universidade, e em documentos publicados pelo governo estadual.

“Nossa premissa básica está fundamentada na proteção e na preservação da saúde de nossa comunidade universitária”, destacou o reitor da universidade, Vahan Agopyan, ao Jornal da USP.

De acordo com o pró-reitor de Graduação, Edmund Chada Baracat, o primeiro semestre letivo deverá ser encerrado no dia 18 de julho, com posterior período de férias, e o início das aulas não presenciais do segundo semestre deverá ser no dia 18 de agosto.

As atividades práticas deverão ser repostas de janeiro a março de 2021. “É importante destacar que esse calendário poderá ser revisto no momento em que a situação epidemiológica for favorável”, informou Baracat ao Jornal da USP.

As atividades presenciais na universidade estão suspensas desde o dia 17 de março, e cerca de 92% das disciplinas teóricas foram ministradas a distância.

O pró-reitor adjunto de pós-graduação, Márcio de Castro Silva Filho, explicou que as aulas não presenciais deverão ser mantidas com os mesmos procedimentos do primeiro semestre.

“Nosso ‘novo normal’ será diferente. Não teremos de volta a mesma realidade do início do ano e estamos no comando de uma instituição exemplar mundialmente e com muita responsabilidade. Temos de dar respostas às demandas internas e externas e teremos muitos desafios pela frente. A mudança cultural não é simples, pois estamos rediscutindo conceitos e precisamos decisões diante das incertezas”, destacou o reitor.

O acesso aos campi da universidade continuará restrito, assim como restaurantes, bibliotecas, centros esportivos e culturais e auditórios e anfiteatros continuam fechados.

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