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A vista da Chapada dos Guimarães, no Mato Grosso, impressiona pelas formações rochosas. Criadas pela ação da chuva, rios e vento, os paredões se destacam em meio ao verde do cerrado e o céu, quase sempre azul. É bom sempre levar um boné ou chapéu e óculos escuros para proteger os olhos do sol, já que quase não há sombra nas trilhas - além de lanche e água para a caminhada. Uma das formações mais conhecidas é a Crista de Galo (no centro da foto), que chama a atenção pelo seu formato único. De lá se tem uma vista privilegiada de todo o parque.
A vista da Chapada dos Guimarães, no Mato Grosso, impressiona pelas formações rochosas. Criadas pela ação da chuva, rios e vento, os paredões se destacam em meio ao verde do cerrado e o céu, quase sempre azul. É bom sempre levar um boné ou chapéu e óculos escuros para proteger os olhos do sol, já que quase não há sombra nas trilhas - além de lanche e água para a caminhada. Uma das formações mais conhecidas é a Crista de Galo (no centro da foto), que chama a atenção pelo seu formato único. De lá se tem uma vista privilegiada de todo o parque.
Foto: José Medeiros/Gcom-MT

Paredões e cachoeiras

EXUBERÂNCIA. Sítios arqueológicos e animais do cerrado também fazem parte da Chapada dos Guimarães

No coração do Brasil, o Parque Nacional da Chapada dos Guimarães chama a atenção pela sua paisagem única. Os contornos dos paredões rochosos foram esculpidos ao longo de milhões de anos pela ação de chuva, rios e vento. A vegetação de lá tem árvores mais baixas e cobrem quase todo o espaço, dando um colorido especial. As quedas d'água são um refresco para o corpo e olhos, criando uma paisagem especial.

O parque é um dos destinos mais procurados do estado, e não somente pelos atrativos acima. O local também tem 46 sítios arqueológicos, 59 nascentes e uma enorme área de proteção ambiental - tudo para manter intacta essa parte do País.

É bom se preparar para andar pelas redondezas. A região Centro-Oeste do Brasil é bastante conhecida também pelas altas temperaturas e baixa umidade, ainda mais se a visita acontecer no outono ou inverno. É muito fácil os termômetros alcançarem os 40°C durante o dia - e com pouca ou nenhuma sombra. Por isso, levar um boné ou chapéu, usar protetor solar e um repelente de insetos são alguns dos itens que não devem ser esquecidos.

Mas o cuidado vale a pena. Ao andar pelas trilhas do parque, você se depara com paredões de arenito, árvores como ipês, buritis e babaçus, animais como antas, tamanduás-bandeiras e araras-vermelhas. Com um pouco de sorte, dá para avistar também onçaspintadas e lobos-guarás.

Nas trilhas dentro do parque, é possível visitar algumas formações rochosas que saltam aos olhos, como o Morro São Jerônimo, que fica no ponto mais alto, a 800 metros de altitude; a Cidade de Pedra, formada por paredões de arenito que lembram edifícios; e as cavernas, com a Aroe Jari, que conta com um lago no interior.

Para refrescar o corpo e apreciar a força da natureza, as quase 500 cachoeiras da região são um prato cheio. O cartão postal do parque é o Véu de Noiva, queda d'água com 86 metros de altura. O mirante tem visitação livre, mas os turistas não podem descer até o lago formado pela queda. Já outras cachoeiras, como a dos Namorados e as do circuito das cachoeiras estão liberadas para banho e o
refresco. (Vanessa Zampronho)

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