Túnel de cerejeiras chama a atenção de turistas, transportando-os para o Japão sem sair de São Paulo

Na zona leste, o Parque do Carmo guarda cerejeiras, antiga área de fazenda e atrações para visitar em qualquer estação

As cerejeiras são as principais protagonistas do segundo maior parque da cidade de São Paulo

As cerejeiras são as principais protagonistas do segundo maior parque da cidade de São Paulo | Adriano Makoto Suzuki / Wikimedia Commons

O Parque do Carmo, em Itaquera, guarda um dos cenários mais bonitos da cidade de São Paulo: um bosque de cerejeiras que colore a zona leste com tons de rosa durante a época de floração.

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Com entrada gratuita, o parque municipal funciona todos os dias e possui as mais diversas opções de entretenimento. Desde áreas de piquenique e planetário até ciclovias e campos de futebol. Apesar de os destaques serem os eventos que representam a cultura japonesa.

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A história por trás do parque

O Parque do Carmo foi inaugurado em 19 de setembro de 1976, na Avenida Afonso de Sampaio e Sousa, 951, em Itaquera. A área atual tem mais de 1,4 milhão de m², segundo a Prefeitura de São Paulo.

Antes de virar parque público, o terreno fazia parte da antiga Fazenda Nossa Senhora do Carmo. A região passou por diferentes fases, da ocupação rural ao avanço urbano, até se tornar uma das principais áreas verdes da zona leste. A área pertenceu ao empresário Oscar Americano de Caldas Filho nos anos 50 e foi transformada em uma fazenda com espaços de lazer.

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Após a morte de Oscar Americano, em 1974, a Prefeitura comprou parte da fazenda. Dois anos depois, nasceu o parque, criado para preservar a vegetação, conter a ocupação desordenada e oferecer lazer público à população. A sede antiga, de arquitetura colonial, os lagos e parte da área ajardinada foram mantidos.