Após audiência, cantor João Lima segue preso por violência doméstica

Justiça converte flagrante em prisão preventiva após audiência de custódia

Cantor João Lima tem prisão mantida e é encaminhado para presídio após audiência

Cantor João Lima tem prisão mantida e é encaminhado para presídio após audiência | Reprodução/Instagram

O cantor João Lima, investigado por violência doméstica contra sua ex-esposa, teve sua prisão mantida em audiência de custódia realizada nesta segunda-feira (26/1) e foi levado para o Presídio Desembargador Flóscolo da Nóbrega, conhecido como Presídio do Róger, na capital João Pessoa.  

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A medida judicial, que determina a prisão preventiva do artista, foi emitida no último domingo (25/1) após a ex-esposa, a médica e influenciadora digital Raphaella Brilhante, registrar boletim de ocorrência e pedir proteção à Justiça.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

A decisão inclui medidas protetivas de urgência, que proíbem o cantor de se aproximar da vítima, frequentar a residência em que viviam e manter qualquer tipo de contato ou aproximação.  

João Lima se apresentou espontaneamente à Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) no centro de João Pessoa na manhã desta segunda-feira para cumprir o mandado de prisão.

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Antes da audiência, ele foi submetido a exame de corpo de delito no Instituto de Polícia Científica (IPC).  

Em razão da gravidade das acusações e da repercussão dos vídeos divulgados nas redes sociais que mostram episódios de agressão, a Justiça entendeu ser necessária a manutenção da prisão preventiva.

A defesa do cantor informou que deve emitir uma nota sobre a decisão da audiência e pode recorrer, inclusive com pedido de habeas corpus nos próximos dias.  

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Raphaella Brilhante, que acumula centenas de milhares de seguidores em plataformas digitais, publicou mensagens nas redes sociais relatando que sofreu agressões físicas e psicológicas durante o casamento, que durou cerca de três anos e chegou a incluir episódios de violência desde a lua-de-mel.

Ela afirma que as experiências foram traumáticas e disse que “nenhuma mulher deveria precisar chegar a esse ponto para ser ouvida”. 

O caso segue sob investigação da Polícia Civil da Paraíba, e os próximos passos envolverão o trâmite do processo penal e a análise das provas reunidas pela autoridade policial e pelo Ministério Público.