Zona Azul sofre reajuste e fica mais cara na capital paulista

Segundo a administração, aumento está previsto no contrato de concessão do serviço e segue a correção anual pela inflação

Novo valor passa a valer a partir da próxima terça-feira (20/1)

Novo valor passa a valer a partir da próxima terça-feira (20/1) | Divulgação

A Prefeitura de São Paulo anunciou, nesta quarta-feira (14/1), o reajuste da tarifa básica da Zona Azul.

A mudança foi divulgada pela Secretaria Executiva de Mobilidade e Trânsito (SEMTRA).

O novo valor passa a valer a partir da próxima terça-feira (20/1) e será de R$ 6,95 para o estacionamento rotativo na capital. A medida consta em portaria da Prefeitura publicada no Diário Oficial da Cidade.

Antes do reajuste, a tarifa básica da Zona Azul era de R$ 6,67. Com o novo valor, o aumento corresponde a cerca de 4,26%, índice que acompanha a inflação acumulada medida pelo IPCA, conforme informado pela Prefeitura de São Paulo.

Segundo a administração municipal, o reajuste está previsto no contrato de concessão da Zona Azul e segue a correção anual pela inflação, calculada com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que acumulou 4,26%.

Como comprar a Zona Azul

A Zona Azul pode ser adquirida de forma digital, por meio de aplicativos credenciados pela Prefeitura de São Paulo, disponíveis para celulares com sistemas Android e iOS.

Também é possível comprar o tíquete em pontos de venda autorizados espalhados pela cidade.

O uso do estacionamento rotativo é válido apenas nas vagas sinalizadas e exige o cadastro prévio do veículo.

Zona Azul no Minhocão

Em maio do ano passado, a Prefeitura de São Paulo anunciou que iria implementar Zona Azul no bolsão de estacionamento sob o Elevado Presidente João Goulart, o Minhocão, na região central da capital paulista.

A medida começou a valer no dia 2 de junho. Segundo a prefeitura, a cobrança valerá de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h, e aos sábados, das 7h às 13h.