Quem era Rejane Fogo Puro, cantora gospel que morreu aos 59 anos

Conhecida nacionalmente pelos chamados "corinhos de fogo", ela estava internada havia mais de um mês

Natural de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, Rejane construiu uma trajetória de mais de 25 anos na música pentecostal

Natural de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, Rejane construiu uma trajetória de mais de 25 anos na música pentecostal | Divulgação

A cantora, compositora e pastora Rejane Fogo Puro morreu neste sábado (21/2), aos 59 anos, no Rio de Janeiro. Conhecida nacionalmente pelos chamados “corinhos de fogo”, ela estava internada havia mais de um mês para tratar um câncer no pâncreas.

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Natural de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, Rejane construiu uma trajetória de mais de 25 anos na música pentecostal. Com voz marcante e presença intensa nos cultos e eventos religiosos, tornou-se uma das representantes do segmento no país.

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Em dezembro de 2025, a cantora procurou atendimento médico após dores abdominais e recebeu diagnóstico inicial de infecção intestinal. Com a persistência dos sintomas, novos exames identificaram um tumor no pâncreas. O quadro se agravou durante a internação, e ela não resistiu às complicações da doença.

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Rejane já havia enfrentado problemas de saúde anteriormente. Em 2021, relatou aos seguidores a recuperação de um tumor cerebral, episódio que passou a integrar seu testemunho de fé.

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O velório foi realizado neste domingo (22/2), às 13h30, no Cemitério Memorial do Rio. O sepultamento estava previsto para as 15h45.

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Carreira da cantora gospel

Ao longo da carreira, emplacou canções que se tornaram conhecidas em igrejas de diferentes regiões do Brasil, como “Continue Dando Glória” e “Mulheres Guerreiras”. Suas músicas também alcançaram grande circulação nas redes sociais, ampliando o público para além do ambiente religioso.

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Com mais de 200 mil seguidores no Instagram, a artista utilizava as plataformas digitais para compartilhar momentos do ministério e mensagens de fé. Ela congregava na Assembleia de Deus em Madureira e liderava o Projeto Mulheres Guerreiras. Também participou de programas como “Os Arrebatados”, da Rádio 93 FM.

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A morte foi comunicada pela família nas redes sociais, em mensagem que destacou o legado espiritual e a influência da cantora na vida de fiéis em diferentes estados.

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Rejane deixa esposo, filhos e uma trajetória marcada pela atuação na música gospel e na liderança religiosa.