A cidade de São Paulo recebe, neste domingo (7/6), a 30ª edição da Parada do Orgulho LGBT+.
Considerada a maior do mundo, a manifestação deste ano ocupa a Avenida Paulista com o tema “A rua convoca, a urna confirma”, celebrando três décadas de luta por direitos e destacando a importância da participação democrática.
Programação e shows
O evento contará com 14 trios elétricos e uma junção de estrelas da música brasileira. Entre os destaques confirmados estão Pabllo Vittar, Gloria Groove, Urias e Melody, além de nomes como Majur, Thiago Pantaleão e Jup do Bairro.
A concentração oficial começa às 10h, na altura do Masp (perto da Rua Peixoto Gomide). A movimentação dos trios em direção à Rua da Consolação está prevista para ocorrer entre 12h e 13h.
Previsão do Tempo: Sol e frio pela manhã
Para quem vai aproveitar a festa, a notícia é positiva: não há previsão de chuva. O domingo será de tempo firme e ensolarado, mas exige atenção com a hidratação e o agasalho.
O recomendado é levar água, pois a umidade do ar deve cair ao longo do dia.
- Temperatura: mínima de 9°C e máxima de 23°C.
- Sensação térmica: pode chegar a 7°C nas primeiras horas da manhã, subindo para até 26°C durante a tarde devido à aglomeração.
Como chegar e interdições no trânsito
A recomendação oficial é priorizar o transporte público. As estações de metrô mais próximas na Linha 2-Verde são: Consolação, Trianon-Masp e Brigadeiro.
Para quem circula de carro, a CET iniciou bloqueios importantes na região:
- Avenida Paulista: interditada nos dois sentidos desde a meia-noite;
- Rua da Consolação: bloqueio total a partir das 11h, entre a Alameda Santos e a Rua Caio Prado;
- Vias Transversais: ruas como Alameda Campinas, Pamplona e Augusta terão trechos fechados a partir das 3h da manhã.
Destaques dos trios elétricos
A ordem dos trios reflete a diversidade do movimento:
- Trio 1 (abertura): Com Pepita e Diego Martins.
- Trio 9 (L’Oréal Groupe): Gloria Groove e Thiago Pantaleão.
- Trio 13 (Amstel): Pabllo Vittar e Urias.
- Trio 14 (encerramento): Majur e Melody.
O evento reforça que os avanços da comunidade nas últimas décadas são fruto da pressão social e da ocupação política, unindo a celebração festiva à reivindicação de direitos.
