Seleção Brasileira vence, mas poderia jogar mais

O mais importante era vencer, fosse como for. Aplicar um três a zero não é muito, mas também não é pouco. Podemos dizer que foi o 'necessário'

Seleção Brasileira venceu o Haiti

Se o Brasil ainda não tem um time nem um sistema de jogo bem definido, foi capaz, ao menos, de bater o adversário mais fraco do grupo sem sustos/Rafael Ribeiro/CBF

A Seleção Brasileira bateu o Haiti por 3 a 0, não “encantou”, mas fez o dever de casa bem feito. Desta vez, Endrick entrou e chegou ainda a marcar um gol, anulado por impedimento.

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O mais importante era vencer, fosse como for. Aplicar um três a zero não é muito, mas também não é pouco. Podemos dizer que foi o “necessário”. A noite não foi perfeita devido a lesão do Raphinha, que preocupa a comissão técnica. Rayan teve minutos, assim como Martinelli e até Ederson, convocado após a lesão de Wesley.

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Se o Brasil ainda não tem um time nem um sistema de jogo bem definido, foi capaz, ao menos, de bater o adversário mais fraco do grupo sem sustos. Embora falte algo, é possível achar o detalhe contra a Escócia, que faz uma Copa muito decepcionante até aqui.

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Não ser vazado também era importante, afinal, como Ancelotti mesmo disse: “a Copa do Mundo ganha quem sofre menos gols, não quem faz mais”. Casemiro, após uma atuação totalmente reprovável na rodada de estreia, melhorou, embora ainda não passe a confiança que um dia já passou.

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Seleção mais confiante

A atuação de Matheus Cunha também dá confiança. O atacante (que não é centroavante de ofício, embora vista o número 9), fez o segundo e o terceiro gol com a camisa da Seleção Brasileira, contribuindo para a vitória da equipe, que teve, mais uma vez, Vini Jr. como o principal destaque.

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Assim, a fase de grupos é feita para se classificar e, se possível, fugir do chaveamento mais difícil. O principal para o Brasil agora é, desde 2006, vencer uma potência europeia no mata-mata. Mas antes, resta um jogo contra a Escócia, que demonstrou que é possível ser vencida também sem grandes dificuldades.

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Confiança para o ataque, organização para a defesa e liberdade para o meio-campo criar. É assim que Ancelotti pensa e deve agir nos próximos jogos. Resta torcer para que o ataque esteja cada vez mais confiante de si e, que caso o meio-campo consiga criar, não desperdice sua chance.

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Resta depositar fé no Ancelotti e que ele vá saber o que fazer quando a coisa apertar. Contra a Escócia o ideal era fazer pequenos testes, não muitos, mas alguns bem pontuados, que tenham apresentado condições de mudar o jogo.