A Polícia Civil de São Paulo e o Procon-SP realizam uma operação de fiscalização em 13 postos de combustíveis da Capital e da Grande São Paulo.
De acordo com os investigadores, os criminosos usam um esquema para lavar dinheiro de uma facção. A suspeita é a de que os locais sejam utilizados para vender gasolina adulterada e realizar ações de crime organizado.
“Normalmente eles misturam nafta, metanol e outros produtos que não são combustíveis, não são gasolina, e corroem o motor, diminuem a sua durabilidade e colocam, inclusive, em risco a autonomia do veículo. Pode ocorrer um acidente se o veículo parar no trânsito em razão desse combustível adulterado”, disse o diretor do Procon, Fernando Capez.
O papel do Procon é inviabilizar o funcionamento dos estabelecimentos através de multas e punições administrativas, uma vez que a operação já era realizada pela Polícia Civil, de acordo com Capez.
Um dos postos investigados, na zona norte de São Paulo, teve todas as bombas lacradas após a comprovação da adulteração.
