Com surto de casos de Covid, escolas da Grande SP suspendem aulas até junho

Medida é considerada mais radical em relação a outras instituições de SP que decidiram voltar a exigir o uso de máscaras

Escola Estadual Toufic Joulian; a instituição decidiu suspender as aulas até junho decido à alta de casos de Covid

Escola Estadual Toufic Joulian; a instituição decidiu suspender as aulas até junho decido à alta de casos de Covid | Reprodução/Google Street View

Após algumas escolas da Região Metropolitana de SP voltarem a exigir o uso de máscaras no ambiente interno, instituições estaduais decidiram tomar medidas mais radicais. Nestes espaços as aulas foram completamente interrompidas desde o último 23 e têm previsão de retorno somente no mês que vem.

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Na escola Prof. William Rodrigues Rebuá, em Carapicuíba, as aulas serão realizadas de forma remota, assim como ocorreu nas fases mais agudas da pandemia, quando os casos de Covid-19 estavam em alta. A escola emitiu um comunicado aos alunos e responsáveis nesta terça (24). Veja abaixo:

 

 

Na mesma cidade, a escola Toufic Joulian, também mantida pelo governo do Estado, também decidiu interromper a realização de aulas presenciais por 11 dias. Em seu comunicado, a instituição orienta que alunos que apresentem sintomas de Covid procurem uma unidade de saúde. O colégio não cita o número de casos de coronavírus identificado. Veja a nota divulgada abaixo:

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Escolas voltam a exigir máscaras

Os números mostra que a pandemia parece estar retomando força no Estado e o cenário já preocupa algumas escolas.  Em Diadema e em Serra Negra, o que há poucos dias era uma medida de proteção opcional, e adotada apenas por alguns alunos, agora é regra geral. Todos os estudantes voltaram a ter de utilizar máscaras em sala de aula.

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Para o representante dos estabelecimentos de ensino de São Paulo, Benjamin Ribeiro da Silva, a medida é importante, mas só quando há confirmação de casos. “Para quem não tiver segurança e perceber algum caso na escola, a recomendação é usar pelo menos na sala onde há suspeita. O mais importante é a segurança das crianças,” diz Silva.

A reportagem da Gazeta entrou em contato com a Secretaria de Ensino Estadual para obter mais detalhes sobre o número de casos de Covid-19 identificado nestas instituições e aguarda posicionamento da pasta.