Veja avenidas que receberão faixa azul exclusiva para motos na Capital

A Prefeitura de São Paulo alega que a medida reduziu mortes e acidentes desde que foi implementada

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Faixa Azul na 23 de Maio | Prefeitura de São Paulo

A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) foi autorizada pela Secretaria Nacional de Trânsito (SENATRAN) a realizar o projeto piloto da Faixa Azul, em caráter experimental, por mais um ano. A partir de agora, os técnicos da CET iniciarão os trabalhos para a implantação do projeto, que tem previsão de início ainda este ano. O objetivo dos novos trechos é de incluir outras análises do projeto Faixa Azul como faixas de pedestres, túneis e cruzamentos semaforizados, entre outras variáveis.

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Confira, abaixo, os locais onde a ação continuará a ser executada:

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  • Avenida Santos Dumont, Avenida Tiradentes e Avenida Prestes Maia, no trecho compreendido entre a Ponte das Bandeiras e a Praça da Bandeira, com extensão aproximada de 4 km;
  • Avenida Rubem Berta, no trecho compreendido entre o complexo viário João Jorge Saad e a Avenida dos Bandeirantes, com extensão aproximada de 2 km;
  • Avenida dos Bandeirantes, em ambos os sentidos, no trecho compreendido entre a Via Marginal do Rio Pinheiros e o Viaduto Ministro Aliomar Baleeiro, com extensão aproximada de 8,5 km (totalizando 17km).

 

A CET apresentará trimestralmente à SENATRAN relatório com as análises e avaliações técnicas do projeto.

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A Prefeitura de São Paulo alega que a implantação da faixa azul reduziu mortes e acidentes

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Histórico

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A Avenida 23 de Maio tem um histórico de acidentalidade grave. Entre 2018 e 2020 foram 117 sinistros com moto envolvida – 129 Feridos e 4 mortos.

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A avenida 23 de Maio foi escolhida para o projeto piloto por tratar-se de uma via com alto número de trânsito de motocicletas: 2.400 motos por hora, chegando a 50 mil ao dia, com 78% dos sinistros no local envolvendo a moto.

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Como é o projeto piloto

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Houve uma nova sinalização horizontal da pista com rebalizamento das faixas e que não afetou a capacidade volumétrica de tráfego e a segurança dos motoristas que trafegam pelo local. Além disso, uma sinalização vertical foi implantada por toda a extensão da via (coluna projetada cônica, o que há de mais moderno no mercado, pois são mais longas e mais altas) 

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A sinalização foi implantada entre as faixas 1 e 2 – usualmente utilizadas pelos motociclistas – para que, em tráfego lento, as motos pudessem transitar com mais disciplina, de forma segura e consciente e sem alterar a dinâmica já existente na via.

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Vale ressaltar que o uso da faixa azul não é obrigatório. O motociclista é orientado a utilizar em caso de trânsito lento. Há sinalização vertical por toda a via alertando para os limites de velocidade, cuidado e orientação ao mudar de faixa e mensagens educativas lembrando do uso da seta, o respeito aos limites de velocidade e a atenção aos sinais de trânsito e compartilhamento do espaço na avenida.

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Para garantir mais fluidez e respeito à sinalização existente, os motociclistas da CET e do CPTRAN  fazem rondas para o monitoramento e controle do tráfego no local.