Caso Paquetá: pedido para adiar depoimento é negado e tio tenta fugir de CPI

Meia brasileiro é investigado pela Federação Inglesa por se envolver em esquemas de apostas esportivas

Novela entre Lucas Paquetá e esquemas de apostas ganhou novos capítulos

Novela entre Lucas Paquetá e esquemas de apostas ganhou novos capítulos | Rafael Ribeiro/CBF

A novela que envolve Lucas Paquetá, jogador do West Ham e da Seleção Brasileira, e a suspeita de envolvimento em esquemas de apostas ganhou novos capítulos.

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O jogador foi convidado a testemunhar na CPI das Apostas Esportivas após ser acusado, pela Federação Inglesa (FA), de receber deliberadamente cartões amarelos em benefício de moradores da Ilha de Paquetá, no Rio de Janeiro, onde nasceu.

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Paquetá e a CPI

Após ser acusado pela FA, que pretende banir o atleta do futebol, os senadores Jorge Kajuru (PSB-GO) e Eduardo Girão (Novo-CE) convidaram Paquetá para testemunhar, na próxima quarta-feira (30/10), na CPI.

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Entretanto, pensando em não prejudicar sua defesa na Federação Inglesa, o atleta pediu para adiar seu depoimento como testemunha, que foi negado.

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Se Paquetá conseguisse o adiamento na CPI das Apostas, teria mais tempo para elaborar sua defesa na audiência da FA, marcada para março de 2025.

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Tio de Paquetá e a CPI

Além de Paquetá, os senadores responsáveis por chefiar a CPI das Apostas Esportivas também convidaram Bruno Tolentino, tio do atleta, que tenta fugir.

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Em 2023, Bruno transferiu R$ 40 mil ao atacante Luiz Henrique via Pix, logo após o jogador levar cartões amarelos enquanto atuava pelo Real Betis, da Espanha. Hoje, o ponta é um dos destaques do Botafogo.

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O convite classifica Bruno como testemunha, entretanto, sua defesa argumenta que, na prática, o tio de Paquetá se tornará investigado. Com isso, Bruno pede pelos mesmos direitos de um investigado, inclusive o direito de ficar em silêncio respeitado.

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O texto conta com informações do UOL e do portal lance!.