Mercado de motos tem edição especial da Aprilia, produção nacional da Segway e novidades de Bajaj e KTM

Edição especial da Aprilia RS 660, montagem nacional de quadriciclos Segway, expansão da Bajaj e revisões com preços fixos da KTM estão entre as novidades

Motocicleta desportiva Aprilia RS 660 de cor branca, vermelha e verde, com a inscrição "Phillip Island Circuit" na carenagem lateral e jantes vermelhas, em perspetiva de três quartos num ambiente exterior

Aprilia, Segway, Bajaj e KTM apresentam novidades que incluem moto esportiva de edição limitada, produção nacional de quadriciclos, expansão de concessionárias e planos de manutenção - Divulgação

Edição de despedida

Para celebrar seu vínculo com o circuito australiano – que a partir de 2027 deixará de fazer parte do calendário da MotoGP após quase trinta temporadas –, a Aprilia produziu uma edição especial da RS 660, uma das motos esportivas de média cilindrada mais populares.

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A Aprilia RS 660 Phillip Island Tribute é uma edição limitada com uma pintura marcante, criada exclusivamente para o modelo, além de uma capa para o banco do passageiro incluída de série. Os painéis laterais exibem o logotipo do circuito, formado pelo traçado da pista, logo acima da inscrição “Phillip Island Circuit” e da bandeira quadriculada da linha de chegada.

O motor bicilíndrico de 660 cc, com quatro válvulas por cilindro, atinge um desempenho recorde para um propulsor dessa cilindrada, entregando 105 cavalos de potência a 10.400 rpm e 7,4 kgfm de torque a 8.400 rpm (embora também esteja disponível uma versão com potência limitada a 35 kW-47,5 cavalos), acoplado ao câmbio manual de 6 marchas com “quickshifer” bidirecional.

O motor é utilizado como elemento estrutural, contribuindo para a criação de uma estrutura compacta, leve e rígida e quadro (chassi) composto por duas vigas laterais aparafusadas na coluna de direção.

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Sob nova direção

A partir deste mês, o Grupo J.Toledo assume a operação e produção dos quadriciclos Segway no Brasil, iniciando um novo capítulo na trajetória da marca no país. A parceria prevê montagem nacional em regime CKD.

A Jetco, até então importadora oficial da marca, passa a integrar a rede de concessionárias J.Toledo, mantendo-se como revendedora. Presente no mercado brasileiro desde 2020, a Segway estava buscando uma empresa parceira para viabilizar a produção local.

“Para a Jetco, é motivo de grande orgulho olhar para a trajetória da Segway Powersports no Brasil e ver o quanto a marca evoluiu. Trouxemos a Segway com o propósito de colocá-la para competir de igual para igual com as grandes marcas do mercado, e podemos dizer que o objetivo foi alcançado. A parceria com a J.Toledo representa um novo capítulo dessa história, unindo nossa experiência comercial a sua reconhecida capacidade industrial”, afirma Valdir Brito Junior, diretor Comercial da Jetco.

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Indiana se espraia

A Bajaj acaba de inaugurar a Bajaj Panther Palmas, primeira concessionária da marca indiana no Tocantins. A nova unidade amplia a presença da fabricante na região, passando a contar com oito lojas e elevando para 82 o número de concessionárias da Bajaj no Brasil.

A chegada ao Tocantins representa mais um passo na estratégia de expansão nacional da marca indiana. Capital do Tocantins, Palmas é um importante centro administrativo, econômico e comercial do Estado, com influência sobre vários municípios da região.

A operação será administrada pelo Grupo Ramasa, que atua há 48 anos na comercialização de automóveis e motocicletas. O Ramasa já era responsável pelas concessionárias Bajaj Panther em Goiânia e Anápolis (GO).

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“A chegada da Bajaj ao Tocantins é mais uma conquista importante do nosso plano de expansão nacional. Estamos ampliando nossa presença em mercados estratégicos, sempre com o compromisso de oferecer uma estrutura de vendas e pós-venda de excelência em todas as unidades da marca”, comemorou Waldyr Ferreira, diretor-executivo da Bajaj do Brasil.

Previsibilidade anunciada

A KTM Brasil lança o “Plano de Manutenção Periódica”, com preços fixos para os modelos 390 Adventure R e 390 Adventure X.

Com a iniciativa, os clientes passam a conhecer antecipadamente os valores das revisões programadas, facilitando o planejamento das despesas de manutenção e do custo de propriedade da motocicleta.

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Os valores incluem mão de obra, peças originais, lubrificantes, tributos e demais materiais previstos para cada revisão, sem cobranças adicionais em relação aos itens contemplados no respectivo serviço.

A primeira revisão deve ser feita necessariamente com mil quilômetros de uso ou três meses, conforme as condições estabelecidas no Termo de Garantia. As revisões seguintes devem ser feitas a cada 10 mil quilômetros ou 12 meses, prevalecendo sempre o que ocorrer primeiro, de acordo com o plano de manutenção da KTM.

Os itens e procedimentos variam conforme a quilometragem, o tempo de uso e o plano de manutenção previsto para cada revisão, podendo incluir óleo do motor, filtro de óleo, filtro de ar, vela de ignição, fluido de freio, arruela do bujão de dreno, verificação e lubrificação da corrente, inspeções previstas no plano de manutenção da respectiva revisão e verificação e atualização de software.