Julgamento do vereador Camilo Cristófaro é adiado

O motivo do adiamento foi o pedido do juiz Manuel Pacheco Dias Marcelino, após o início da sessão, para vista dos autos do processo Da Reportagem De São Paulo

O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) adiou nesta quarta-feira (28) o julgamento do vereador Camilo Cristófaro (PSB), que teve o mandado de vereador cassado em junho deste ano, após ser denunciado por fraude eleitoral na captação de recursos.

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O motivo do adiamento foi o pedido do juiz Manuel Pacheco Dias Marcelino, após o início da sessão, para vista dos autos do processo.

De acordo com informações, o júri deve ser retomado nos próximos dias. O relator do processo, o juiz Marcus Elidius, afirmou em seu voto a cassação do mandato de Cristófaro.

De acordo com a sentença de junho, o parlamentar foi cassado por captação ilícita de recursos financeiros nas eleições de 2016.

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Cristófaro recebeu dinheiro, ainda segundo a sentença, de uma mulher que aparece como doadora da campanha do prefeito e vice-prefeito de São Caetano no Sul, na Grande São Paulo, José Auricchio Jr. e Roberto Luiz Vidoski.

A mulher é pensionista do INSS e não tinha recursos financeiros para fazer doações milionárias. Ela foi acusada pela Procuradoria Regional Eleitoral de São Paulo, ao lado do prefeito e vice de São Caetano do Sul, por formação de organização criminosa e caixa 2.

Segundo as investigações, a mulher também foi identificada como sendo titular da principal conta bancária, com recursos de mais de R$ 1,4 milhão, utilizada para transitar recursos que abasteceram a campanha de Auricchio e o PSDB de São Caetano do Sul.