Polícia acredita que secretário foi executado

A Polícia também divulgou que foi montada uma força-tarefa para tentar esclarecer os motivos do crime; Osvaldo Verginio foi morto com seis tiros, no bairro Novo Osasco Por Matheus Herbert De São Paulo

A Polícia Civil de Osasco, na região metropolitana de São Paulo divulgou no começo da tarde de hoje (20) que execução é a principal hipótese para explicar o assassinato do ex-deputado estadual e atual secretário de Transportes de Osasco, Osvaldo Verginio de 55 anos. Osvaldo foi morto com seis tiros, no bairro Novo Osasco, na madrugada desta quinta-feira. Os criminosos fugiram e até o fechamento desta edição ninguém havia sido preso.

Continua após a publicidade

A Polícia também divulgou que foi montada uma força-tarefa para tentar esclarecer os motivos do crime e sua autoria. A execução aconteceu na rua Heitor dos Prazeres e o secretário estava acompanhando da mulher e de seu motorista particular.

Testemunhas que presenciaram o assassinato disseram aos policiais civis que um carro parou ao lado do veículo do secretário que estava estacionado na rua. Um dos suspeitos desceu do veículo, um saveiro branco, e atirou contra o secretário que, também armado, teria reagido ao ataque.

Por meio de nota, a secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que “prossegue com as investigações e realiza diligências para localizar e prender os autores do crime.”

Continua após a publicidade

A hipótese de crime patrimonial foi descartada pelos policiais, já que os dois homens não identificados que participaram do ataque não anunciaram nenhum roubo e também não levaram nada das vítimas.

Os criminosos que estavam num carro Volkswagen Saveiro branco atiraram 11 vezes contra o veículo Toyota Corolla preto onde estava o político, seu motorista particular e a mulher do funcionário. Seis tiros atingiram Verginio, que morreu, e ao menos dois feriram a esposa do motorista, que sobreviveu. O funcionário não se feriu.

Por meio de nota, a assessoria de imprensa da Prefeitura de Osasco informou que o prefeito da cidade, Rogério Lins (Podemos), “lamenta profundamente” o assassinato de Verginio, e decretou luto oficial de três dias no município.