Estudantes da rede pública de SP começam a ser vacinados contra o sarampo

Na rede pública estadual, a expectativa é vacinar 996 mil alunos de 1.126 escolas Por Folhapress De São Paulo

Alunos de escolas estaduais, municipais de educação infantil, creches, universidades públicas e privadas, e do EJA (Educação de Jovens e Adultos) da capital paulista começaram, nesta segunda (10), a serem imunizados contra o sarampo. A campanha de vacinação contra a doença termina em 16 de agosto.

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Na rede pública estadual, a expectativa é vacinar 996 mil alunos de 1.126 escolas. A prefeitura não informou o número de serviços municipais da Educação e nem a quantidade de alunos alvos da campanha.

Para cumprir a meta de vacinar 95% do público-alvo na capital paulista, a Secretaria Municipal da Saúde mobilizou 24.500 funcionários, sendo 8.000 da vigilância e 16.500 da atenção básica. “A maioria deixou a função administrativa e saiu a campo para atuar na campanha”, disse a coordenadora da Covisa (Coordenação de Vigilância em Saúde), Solange Maria de Saboia e Silva.

A vacinação tem foco em duas faixas etárias: crianças de seis a 11 meses e 29 dias, e jovens de 15 a 29 anos, que concentra o maior contingente de pessoas que pode ter deixado de tomar as duas doses da vacina.

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O primeiro grupo, além da dose da campanha, deve receber outras duas – aos 12 e 15 meses -, conforme preconiza o calendário nacional de imunização.

No total, até 1º de agosto, foram aplicadas 724 mil doses da vacina contra o sarampo, o equivalente a 24% da cobertura.

Até o dia 30 de julho foram registrados 484 casos de sarampo na capital paulista.

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Novo balanço do número de casos e de doses aplicadas será divulgado nesta terça-feira (6).

A doença

O sarampo é uma doença respiratória grave e contagiosa, transmitida por tosse, espirro e saliva. Uma pessoa pode contaminar outras 18 rapidamente.

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Os sintomas são febre alta, conjuntivite, tosse e o aparecimento de manchas vermelhas dois dias após o início da febre.

O paciente deve ter boa alimentação e hidratação, além de evitar as complicações da doença, que são otite, encefalite e pneumonia.