O asteroide Bennu tem data estipulada para entrar em contato com a Terra. Segundo pesquisadores, o corpo celeste com poder de 22 bombas atômicas atingirá o planeta em 24 de setembro de 2182.
Apesar de distante, a Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço (NASA) já trabalha para desviar o trajeto de Bennu. Em 2017, uma sonda foi enviada para coletar amostras do asteroide.
Como resultado, cientistas descobriram que as rochas coletadas são os remanescentes da formação do Sistema Solar, datando mais de 4,5 bilhões de anos.
Na mesma linha, a lua de Júpiter foi atingida por um asteroide maior do que o da extinção de dinossauros.
Cápsula do tempo
As análises identificaram a presença de carbono, nitrogênio e compostos orgânicos como fosfato de magnésio-sódio e serpentina, todos cruciais na criação da vida e presentes na formação do Sistema Solar.
Desta forma, os materiais rochosos foram datados com mais de 4,5 bilhões de anos. “A presença e o estado dos fosfatos, juntamente com outros elementos e compostos em Bennu, sugerem um passado aquoso para o asteroide […]”, diz Dante Lauretta, coautor do estudo, investigador da OSIRIS-REX e professor na Unidade do Arizona.
“Bennu potencialmente poderia ter sido parte de um mundo mais úmido. No entanto, essa hipótese requer investigação adicional”, diz o professor na Unidade do Arizona.
O texto conta com informações dos portais“StarsInsider” e “CNN”.
